O Rei do Pop completaria hoje 52 anos de vida. Desnecessário se faz falar sobre sua trajetória. Em vez disso, vamos curtir Billie Jean e o seu famoso Moonwalk. Ave Michael Jackson.
domingo, 29 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Uma noite em 67
Retirado do site do documentário Uma Noite Em 67

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
[...]
Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.
Mais informações sobre a Era dos Festivais em: www.eradosfestivais.com.br

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
[...]
Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.
Mais informações sobre a Era dos Festivais em: www.eradosfestivais.com.br
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Rock in Rio no Rio
Retirado do G1

Prefeitura carioca diz que Rock in Rio volta ao Brasil em 2011
Última edição no Rio aconteceu em 2001, depois evento foi para Europa.
Festival deve acontecer em setembro do ano que vem, em Jacarepaguá.
Do G1 RJ
A prefeitura do Rio de Janeiro, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que em 2011 haverá mais uma edição do Rock in Rio na cidade. A última edição do evento em terras cariocas aconteceu em 2001, com a presença de bandas e artistas como R.E.M., Foo Fighters, Guns N’ Roses, Neil Young, Oasis e Red Hot Chilli Peppers, entre outras.
Segundo informações da assessoria, o evento deve acontecer em setembro do ano que vem, em um terreno em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, que está sendo desapropriado para as Olimpíadas de 2016. No lugar será construído o Parque do Atleta, uma área ao lado da vila olímpica onde serão realizados shows e eventos.
Ainda de acordo com a assessoria, haverá um encontro entre o prefeito Eduardo Paes e o empresário Roberto Medina, dono da marca Rock in Rio, em agosto, para divulgar os detalhes do festival. Procurado pelo G1, Medina não confirmou a realização do evento em 2011.
Se confirmada, está será a quarta edição do Rock in Rio no país. O festival, que nasceu em 1985 e teve uma segunda edição em 1991, já trouxe bandas como Queen, Rod Stewart, AC/DC, Yes, The B-52’s, Prince, Joe Cocker, INXS, entre vários. Desde 2001, Medina levou a marca Rock in Rio para realizar festivais de grande porte em cidades europeias, como Lisboa e Madri.

Prefeitura carioca diz que Rock in Rio volta ao Brasil em 2011
Última edição no Rio aconteceu em 2001, depois evento foi para Europa.
Festival deve acontecer em setembro do ano que vem, em Jacarepaguá.
Do G1 RJ
A prefeitura do Rio de Janeiro, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que em 2011 haverá mais uma edição do Rock in Rio na cidade. A última edição do evento em terras cariocas aconteceu em 2001, com a presença de bandas e artistas como R.E.M., Foo Fighters, Guns N’ Roses, Neil Young, Oasis e Red Hot Chilli Peppers, entre outras.
Segundo informações da assessoria, o evento deve acontecer em setembro do ano que vem, em um terreno em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, que está sendo desapropriado para as Olimpíadas de 2016. No lugar será construído o Parque do Atleta, uma área ao lado da vila olímpica onde serão realizados shows e eventos.
Ainda de acordo com a assessoria, haverá um encontro entre o prefeito Eduardo Paes e o empresário Roberto Medina, dono da marca Rock in Rio, em agosto, para divulgar os detalhes do festival. Procurado pelo G1, Medina não confirmou a realização do evento em 2011.
Se confirmada, está será a quarta edição do Rock in Rio no país. O festival, que nasceu em 1985 e teve uma segunda edição em 1991, já trouxe bandas como Queen, Rod Stewart, AC/DC, Yes, The B-52’s, Prince, Joe Cocker, INXS, entre vários. Desde 2001, Medina levou a marca Rock in Rio para realizar festivais de grande porte em cidades europeias, como Lisboa e Madri.
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Roxette
A thing about you, do álbum The Ballad Hits, de 2002.
Crash! Boom! Bang!, do álbum homônimo de 1994.
Crash! Boom! Bang!, do álbum homônimo de 1994.
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roxette
domingo, 15 de agosto de 2010
Me deixe em casa, mesmo
Geralmente eu prefiro passar o fim de semana em casa. Já há algum tempo eu perdi o tesão em ir pra praia, devido a alguns aborrecimentos : de 10 em 10 minutos chega um pinguço pedindo uma dose de cana, um trombadinha querendo 1 real pra "fazer um lanche" (na maioria das vezes, entenda-se "fumar um crack") ou um mendigo pedindo um cigarro. Isso pra não falar naqueles camaradas que vendem CD's/DVD's/relógios/ pulseiras/colares/óculos/etc...
E eu não poderia deixar de falar também sobre a música que se ouve do litoral norte ao sul do Estado. São sons de barracas e de automóveis ligados a todo volume e espalhando aos 4 ventos o "melhor" de Aviões do Forró, Garota Safada, Banda Calypso e seus congêneres. Uma das músicas mostra, em seu refrão, toda a filosofia e a sensibilidade artística do cantor / compositor :
O amor é feito capim
Mas veja que absurdo:
A gente planta, ele cresce
Aí vem uma vaca e acaba tudo
Profundo, não??
Enquanto isso, eu fico em minha casa curtindo um DVD do Roupa Nova e apreciando um bom aperitivo. Até porque eu não posso jogar 25 anos de bom gosto no lixo.
E eu não poderia deixar de falar também sobre a música que se ouve do litoral norte ao sul do Estado. São sons de barracas e de automóveis ligados a todo volume e espalhando aos 4 ventos o "melhor" de Aviões do Forró, Garota Safada, Banda Calypso e seus congêneres. Uma das músicas mostra, em seu refrão, toda a filosofia e a sensibilidade artística do cantor / compositor :
O amor é feito capim
Mas veja que absurdo:
A gente planta, ele cresce
Aí vem uma vaca e acaba tudo
Profundo, não??
Enquanto isso, eu fico em minha casa curtindo um DVD do Roupa Nova e apreciando um bom aperitivo. Até porque eu não posso jogar 25 anos de bom gosto no lixo.
sábado, 7 de agosto de 2010
Só pra não perder o costume
Um sábado como qualquer outro. Fui ao mercado fazer umas compras e já voltei pra casa para o ritual semanal de reflexão dos acontecimentos desta semana. Com o início da operação censitária propriamente dita, os problemas de ordem técnica começaram a aparecer e eu me senti a semana inteira como um funcionário do setor de reclamações de uma operadora telefônica, atendendo zilhões de telefonemas por dia.
Pra manter a sanidade mental, só mesmo uma(s) dose(s) de aguardente no final de semana, juntamente com um bom tira-gosto. E eis que, do nada, o casal do apartamento vizinho me presenteia com um pedaço generoso de lasanha, recém saída do forno. Meu sábado já está garantido.

Ah!!! Tudo isto ao som de Queen.
[Para os colegas ibgeanos que porventura lerem este post, vou logo dizendo que não, eu não visitei o Bar da Ladeira, ok???]
Pra manter a sanidade mental, só mesmo uma(s) dose(s) de aguardente no final de semana, juntamente com um bom tira-gosto. E eis que, do nada, o casal do apartamento vizinho me presenteia com um pedaço generoso de lasanha, recém saída do forno. Meu sábado já está garantido.

Ah!!! Tudo isto ao som de Queen.
[Para os colegas ibgeanos que porventura lerem este post, vou logo dizendo que não, eu não visitei o Bar da Ladeira, ok???]
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Sempre a mesma ladainha...

Tempo de política é mesmo uma merda. Os políticos e o povo nunca abandonam os velhos hábitos.
Hoje mesmo, na praia do Cabo Branco, teve uma "reunião" de um certo candidato a Deputado Estadual com toda uma galera vestida de vermelho. O cenário não poderia ser outro : O candidato sorrindo de uma orelha à outra, apertando a mão de quem vai e quem vem; um grupo de babões rodeando o dito cujo; algumas prostit... ops, mulheres distribuindo adesivos e mostrando todo o seu talento como cabo eleitoral; e, lógico, a protagonista de toda confraternização (política ou não), nossa conhecida aguardente, sendo servida aos demais como capim pra burro. Um carro de som anunciava e convidava os transeuntes para se juntarem à Caravana da Vitória (nossa, já vão aí???!!!)
[É engraçado como, há alguns anos atrás, isto passaria despercebido por mim. Acho que as mudanças que ocorreram em minha vida nos últimos anos me abriram os olhos e me tornaram uma pessoa mais crítica, em todos os sentidos.]
O certo é que, entra eleição, sai eleição, o povo não aprende e o aspirante a larápio se aproveita disso. E assim se vão mais 4 anos...
Diga não às drogas
Concordo em gênero, número e grau com o autor do texto a seguir.
Diga não às Drogas / Pagode, Axé, Funk... Drogas da Pesada!
Depoimento emocionado de Vitor Trucco sobre sua experiência com as drogas:
Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de:
- "Experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..."
E eu, ingênuo que era, fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo".
Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais frequente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi:
- "Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano."
Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... "Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: "É o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de Águia" e muito mais.
Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu o que eu queria, um Cd do "Harmonia do Samba". Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a frequentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show de encontro dos grupos "Karametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.
Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos, fazíamos sinais combinados. Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejão". Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "miseráveis" e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir.
Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões", "Motinhas" e "Tapinhas". Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía a noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos". Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa. Hoje estou internado em uma clínica.
Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
1. Não ligue a TV no Domingo a tarde;
2. Não escute nada que venha de Goiânia ou do Interior de São Paulo;
3. Não entre em carros com adesivos "Fui ... ";
4. Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito foi ao programa da Hebe ou se apareceu no Sabadão do Gugu;
5. Mulheres gritando histericamente é outro indício;
6. Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
7. Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados;
8. Não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo;
9. Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil;
10. Não escute nada que o autor não obedeça a uma mínima concordância verbal. E principalmente, duvide de tudo e de todos.
A vida é bela! Eu sei que você consegue!
Diga não às drogas!
Diga não às Drogas / Pagode, Axé, Funk... Drogas da Pesada!
Depoimento emocionado de Vitor Trucco sobre sua experiência com as drogas:
Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de:
- "Experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..."
E eu, ingênuo que era, fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo".
Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais frequente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi:
- "Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano."
Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... "Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: "É o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de Águia" e muito mais.
Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu o que eu queria, um Cd do "Harmonia do Samba". Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a frequentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show de encontro dos grupos "Karametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.
Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos, fazíamos sinais combinados. Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejão". Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "miseráveis" e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir.
Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões", "Motinhas" e "Tapinhas". Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía a noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos". Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa. Hoje estou internado em uma clínica.
Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
1. Não ligue a TV no Domingo a tarde;
2. Não escute nada que venha de Goiânia ou do Interior de São Paulo;
3. Não entre em carros com adesivos "Fui ... ";
4. Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito foi ao programa da Hebe ou se apareceu no Sabadão do Gugu;
5. Mulheres gritando histericamente é outro indício;
6. Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
7. Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados;
8. Não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo;
9. Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil;
10. Não escute nada que o autor não obedeça a uma mínima concordância verbal. E principalmente, duvide de tudo e de todos.
A vida é bela! Eu sei que você consegue!
Diga não às drogas!
domingo, 1 de agosto de 2010
Que ilusão...
Neste momento, enquanto eu tomo a saideira pra ir dormir, ao som da maior banda de todos os tempos, alguns corajosos estão curtindo "O maior show do mundo", assim como urubus se satisfazendo com a carniça. Corajosos sim, pois é preciso muita coragem pra passar horas ouvindo axé, pagode e o autointitulado 'sertanejo universitário'.
Nossa!!!! Não vejo a hora de chegar setembro... Podem até me chamar de antiquado, mas pelo menos eu faço bom uso meus neurônios. Bye.
Nossa!!!! Não vejo a hora de chegar setembro... Podem até me chamar de antiquado, mas pelo menos eu faço bom uso meus neurônios. Bye.
O direito ao palavrão
Palavrão - Luís Fernando Veríssimo
O Direito ao Palavrão
Luís Fernando Veríssimo
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas Pra caralho, o Sol é quente Pra caralho, o universo é antigo Pra caralho, eu gosto de cerveja Pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não" o substituem. "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma! . O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepne", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o- pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o- pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cú!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cú!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cú!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!". Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda- se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!.
Grosseiro, mas profundo... Pois se a língua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. "Nem fodendo..."
O Direito ao Palavrão
Luís Fernando Veríssimo
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas Pra caralho, o Sol é quente Pra caralho, o universo é antigo Pra caralho, eu gosto de cerveja Pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não" o substituem. "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma! . O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepne", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o- pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o- pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cú!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cú!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cú!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!". Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda- se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!.
Grosseiro, mas profundo... Pois se a língua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. "Nem fodendo..."
Reflexão de um homem embriagado
Pego carona no pensamento de um grande amigo.
Eu nunca plantei uma árvore. Não escrevi nenhum livro, não sou pai e tampouco fiz alguma descoberta que revolucionasse o mundo. Logo, embora não dependa de minha vontade, sinto que ainda não é hora de morrer. E estou aqui.
Eu nunca plantei uma árvore. Não escrevi nenhum livro, não sou pai e tampouco fiz alguma descoberta que revolucionasse o mundo. Logo, embora não dependa de minha vontade, sinto que ainda não é hora de morrer. E estou aqui.
O maior show do mundo
Hoje tem "O maior Show do mundo", aqui em Jampa, com Ivete Sangalo, Jorge & Mateus, ExaltaSamba e Banda Eva. E disse Tuelho : Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que ouvem...
Beatles Abbey Road
Infelizmente, quando os Beatles anunciaram o fim do grupo, em 1970, eu ainda não era nascido (o meu pai tinha 16 anos). Se eu não tive a oportunidade de curtir os Fab Four na época, vou me consolar em grande estilo dizendo que assisti ao show do grupo Beatles Abbey Road ontem, aqui em João Pessoa.
Afirmo com toda certeza que foi um dos melhores shows que já assisti na vida. Esta noite eu me transportei para os anos 60 e curti cada segundo da apresentação deste grupo que é considerado uma das melhores bandas cover dos Beatles mundialmente, tendo inclusive feito shows e gravado CD's em Liverpool, berço da Beatlemania.
Produção, figurino, instrumentos, tudo o que os Beatles fizeram há quase 50 anos atrás foram fielmente reproduzidos. De Twist and Shout a Let it Be, a perfeição da melodia em cada canção. Não acredita?? Dá uma conferida aqui.
Afirmo com toda certeza que foi um dos melhores shows que já assisti na vida. Esta noite eu me transportei para os anos 60 e curti cada segundo da apresentação deste grupo que é considerado uma das melhores bandas cover dos Beatles mundialmente, tendo inclusive feito shows e gravado CD's em Liverpool, berço da Beatlemania.
Produção, figurino, instrumentos, tudo o que os Beatles fizeram há quase 50 anos atrás foram fielmente reproduzidos. De Twist and Shout a Let it Be, a perfeição da melodia em cada canção. Não acredita?? Dá uma conferida aqui.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
A Majestade visita João Pessoa

Dois dias antes do show de Scorpions, outro grande show vai abalar as estruturas da capital paraibana. Até que enfim, depois de duas décadas e meia de vida, eu vou ter a oportunidade de assistir ao maior nome da música popular brasileira de todos os tempos.

O cantor Roberto Carlos se apresentará na casa de shows Domus Hall, no Manaíra Shopping, no dia 09 de setembro a partir das 21:00hs, conforme divulgado no site oficial do Rei.Os ingressos estão sendo vendidos pelo site Ingresso Rápido e na bilheteria da Domus Hall (contato [83]36218383).
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Infográfico do Show de Scorpions
Pra quem quiser conferir a distribuição dos locais no show de Scorpions, aqui vai o infográfico retirado do blog do Sun Rock Festival.
sábado, 17 de julho de 2010
Noel Rosa e o bando de Tangarás
O vídeo a seguir é o ÚNICO registro audiovisual do qual se tem conhecimento daquele que foi um dos maiores compositores deste nosso país, Noel Rosa. O nome da música é Vamo falá do Norte; Noel é o que está em pé, de chapéu, tocando violão. Quem canta é Almirante, que depois se tornaria um dos maiores nomes do rádio no Brasil. E o que está no meio dos dois que estão em pé ao violão é o João de Barro (posteriormente, Braguinha), outro grande compositor brasileiro. O vídeo é de 1930, de um filme chamado “Coisas Nossas” produzido por Wallace Downey.
Isso é a história da nossa música.
Isso é a história da nossa música.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Rock around the clock
Embora muito se especule sobre qual seja o primeiro rock gravado na história, o marco inicial da era do rock é por muitos considerado como sendo o dia 9 de julho de 1955, data em que a música Rock around the clock, composição de Max Freedman e gravada por Bill Haley e seus Cometas, atingiu o 1º lugar na parada de sucessos norte-americana.
O marco inicial do rock brasileiro foi outubro de 1955, quando, na voz de Nora Ney, foi lançada a música “Ronda das Horas”, uma versão de Rock Around the Clock. A partir de então, uma nova juventude surgiu, tendo como principal lema a contestação dos padrões da época.
O marco inicial do rock brasileiro foi outubro de 1955, quando, na voz de Nora Ney, foi lançada a música “Ronda das Horas”, uma versão de Rock Around the Clock. A partir de então, uma nova juventude surgiu, tendo como principal lema a contestação dos padrões da época.
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13 de julho - Dia mundial do Rock

Dia Mundial do Rock
•13 de julho foi escolhido como o Dia Mundial do Rock porque foi nessa data, em 1985, que aconteceu o show Live-Aid (Ajuda ao vivo).
•O evento foi idealizado pelo irlandês Bob Geldof, integrante da banda Boomtown Rats, para ajudar as pessoas que passavam fome na África.
•A ideia de montar o espetáculo surgiu quando George Geldof assistiu, pela televisão, o documentário "Fome na Etiópia".
•Os shows aconteceram simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos.
•Cerca de 170 mil pessoas participaram da maratona musical - 70 mil na Inglaterra e 100 mil nos Estados Unidos, enquanto 1,5 bilhão de pessoas assistiram tudo pela TV.
•O objetivo era reverter toda a renda obtida para as vítimas da seca que devastava a África. Com a venda de ingressos a 35 dólares e a comercialização dos direitos de transmissão a 160 países, o espetáculo conseguiu arrecadar cerca de 70 milhões de dólares.
•Participaram do Live-Aid artistas como Mick Jagger, Tina Turner, Madonna, David Bowie, Sting, Phil Collings, Eric Clapton, Elton John, Paul McCartney, Jimmy Page, Robert Plant, além das bandas U2, Ozzy Osbourne e The Who, entre outros.
Fonte : Guia dos Curiosos
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Scorpions - Sun Festival Rock
Informações retiradas do Blog do Sun Rock Festival

Será o primeiro mega-evento de rock de João Pessoa. Nunca, na capital paraibana, um evento do gênero foi levado a um estádio do porte do Almeidão, o maior estádio de futebol da cidade. O Sun Rock Festival dá início à temporada de grandes shows com uma estrutura gigantesca, disposta a inserir João Pessoa, em definitivo, no mapa dos grandes eventos de música pop da América Latina.
Programado para os dias 11 e 12 de setembro, o Sun Rock Festival espera reunir, em seus dois dias, 60 mil pessoas no gramado do Almeidão. Para isso, nove das mais prestigiadas bandas de dentro e fora do país foram escaladas para dar a João Pessoa duas noites para entrar na história da cidade.
O carro-chefe do Sun Rock Festival é lendária banda alemã Scorpions, que incluiu a Paraíba em sua turnê de despedida. Outro destaque do evento é o grupo Sepultura, que embora tenha se apresentado em Campina Grande no começo da carreira, fará sua primeira apresentação em João Pessoa. Outro nome de peso a compor o festival é o quinteto Angra.
A programação do Sun Rock Festival foi definida da seguinte forma: no sábado (11/09) tocam Unidade Móvel (PB), Sonzera Band (RN), Cachorro Grande (RS) e Scorpions (Alemanha); no domingo (12/09) é a vez de Shock (PB), Terra Prima (PE), Matanza (RJ), Angra (SP) e Sepultura (MG) – leia abaixo mais informações sobre as atrações.
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira (12/07) no Hardman Praia Hotel, na orla de João Pessoa, João Paulo Sette, Flávio Eduardo “Fuba” e Elton Oliveira – o trio por trás da Qualitech Produções, que organiza o evento – ressaltaram a vontade de tornar João Pessoa um pólo para grandes shows de rock e os benefícios que isso tratará para o turismo e a economia do estado.
“Nossa intenção é fazer com que o nome João Pessoa, bem como a Paraíba, seja imediatamente vinculado à realização de shows de rock. Isso, além de fomentar o cenário musical do Estado, vai fazer com que haja um aumento significativo no turismo, pois esperamos uma demanda de fãs originários de todos os cantos do país”, destacou João Paulo Sette.
Para mostrar que o Sun Rock veio disposto a ficar, os três produtores anunciaram que estão investindo na reforma do Almeidão – tanto na parte de dentro, quanto de fora – para dar maior conforto e segurança ao público e que irão contar com um contingente mínimo de 350 profissionais para garantir a segurança do local.
“Este é um grande evento voltado para o Estado e por isso, estamos contando com o apoio dos órgãos municipais e estaduais para que tudo aconteça com o máximo de tranquilidade e que os fãs desfrutem bem dos shows”, acrescentou Fuba.
As bandas irão se revezar em dois palcos e serão instalados três super telões, estrutura que vem de São Paulo para atender a exigência do Scorpions. A estrutura ainda prevê serviço de bar e lanchonete e banheiros.
INGRESSOS
A pré-venda do 1º lote de ingressos começa já no próximo dia 18, exclusivo para clientes do Hipercard. A venda geral começa no dia 24 de julho. A pré-venda será somente pela internet (no site www.ingressorapido.com.br) e pelo telefone (através do call Center 4003-1212). A partir do dia 24, os ingressos passam a ser vendidos também em postos de venda nos shoppings MAG e Tambiá, ambos em João Pessoa.
Para o sábado, há quatro tipos de ingressos: Arquibancada geral (R$ 60, inteira, R$ 30, estudante); Cadeira numerada (R$ 140, intera, R$ 70, estudante); Pista normal (R$ 120, inteira, R$ 60, estudante); Pista Premium (R$ 200, inteira, R$ 100, estudante).
Para domingo, há apenas dois tipos de ingresso: Pista normal (R$ 40, inteira, R$ 40, estudante); Pista Premium (R$ 150, inteira, R$ 75, estudante). A produção lembra que estes valores valem apenas para o 1º lote, que tem número limitado de ingressos.
Durante a coletiva, a organização do Sun Rock Festival e o Procon Municipal de João Pessoa, na pessoa do coordenador Watteau Rodrigues, assinaram um termo de conduta garantindo o direito ao acesso à meia entrada do estudante, bem como valorizando a utilização deste direito. “Em cada ingresso constará o nome do estudante que adquirir a entrada, fazendo com que este seja personalizado, pessoal e intransferível”, esclarece Elton Oliveira.
Por enquanto, a organização não prevê a venda de um passaporte para os dois dias, bem como estuda a possibilidade de abrir mais opções de ingressos para o domingo, caso seja concretizada mais uma banda para a segunda noite do evento. Venda para grupos e excursão para o festival estão sendo feitos com a Tambaú Receptivo pelo telefone 83-2106-9696 ou pelo e-mail caravanasunrock@operadoratambau.com.br.
O site oficial do festival é o www.sunrockfestival.com.br. Outras informações circulam a todo instante no Twitter do Sun Rock Festival (www.twitter.com/sunrockfestival), no Youtube (www.youtube.com/sunrockfestival) e na comunidade oficial do evento no Orkut.
CONHEÇA AS ATRAÇÕES DO SUN ROCK FESTIVAL
SCORPIONS (Alemanha) – Formada em Hannover, na Alemanha, em 1965, o grupo Scorpions se tornou um dos maiores nomes de todos os tempos do heavy-metal. Depois de 45 anos de carreira e algo em torno de 100 milhões de discos vendidos, anunciou que vai se aposentar com uma extensa turnê mundial. João Pessoa foi incluída nessa turnê, chamada de “Get Your Sting and Blackout World Tour 2010”. No show, o grupo mistura músicas do novo álbum, Sting In The Tail, com os eternos clássicos “Wind of change”, “Still loving you” e “Rock you like a hurricane”. Site: www.the-scorpions.com
SEPULTURA (MG) – Quarteto formado em Belo Horizonte (MG) em 1984, o Sepultura se tornou um dos mais importantes nomes do thrash metal (variação mais rápida do heavy-metal clássico) no mundo, ao lado de bandas como Slayer e Metallica. Hoje formada pelo americano Derrick Green (vocal), mais os brasileiros Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Jean Dolabella (bateria), o Sepultura, enfim, fará seu primeiro show em João Pessoa, trazendo para cá a turnê do álbum A-Lex, álbum conceitual inspirado no livro A Laranja Mecânica. Site: www.sepultura.com.br
ANGRA (SP) – Prestes a completar 20 anos de carreira, o Angra é, sem sombra de dúvidas, a mais importante banda de metal melódico do país. De volta à estrada, a banda chega a João Pessoa renovada, com os fundadores Kiko Loureiro (guitarra) e Rafael Bittencourt (guitarra), mais o vocalista Edu Falaschi e o baixista Felipe Andreoli (ambos na banda desde 2000) e a volta do baterista Ricardo Confessori. Lançam, por aqui, o novo disco, Aqua, o sétimo álbum da banda. Site: www.angra.net
CACHORRO GRANDE (RS) – Formada em 1999 em Porto Alegre, no Sul do país, a banda Cachorro Grande se tornou um dos principais nomes do rock brasileiro no começo dos anos 2000. Quinteto que esbanja energia no palco, faz um rock ‘n’ roll de primeira linha com letras em português inspirado nos Beatles, Rolling Stones, Mutantes e os saudosos conterrâneos. Cascavelletes. Chegam ao Sun Rock Festival para lançar o disco Cinema, de 2009. Site: www.cachorrogrande.com.br
MATANZA (RJ) – Grupo carioca também é um dos destaques do novo rock brasileiro. Formado em 1995 no Rio de Janeiro, coleciona cinco discos cunhados com muito rock ‘n’ roll, country, folk, hardcore e cerveja. Fãs de Johnny Cash (a quem chegaram a dedicar um disco com versões vitaminadas), a música do Matanza está repleta de letras despojadas e atitudes irreverentes. Site: www.matanza.com.br
SHOCK (PB) – Formada no final dos anos 1970, a banda Shock foi a primeira banda de João Pessoa dedicada ao heavy-metal. Com influencias do Black Sabbath e Led Zeppelin, o grupo se tornou uma verdadeira lenda do rock pesado na cidade e está de volta disposta a mostrar seu poder de fogo. (não tem site)
UNIDADE MÓVEL (PB) – Combinando um time de ótimos músicos com referências que vão do rock ‘n’ roll ao funk, a banda Unidade Móvel está prestes a completar 10 anos de estrada. Um dos destaques da cena musical da cidade, tem hits como “Estranho no ninho”, “Sinal de Fumaça”, “Banho de Chuva”, “Amanhã já foi” e “Em tempo real”, que dá nome ao último disco da banda. Site: www.myspace.com/unidademovel
SONZERA BAND (RN) – Desde 1998 embalando a cena roqueira de natal com guitarras afiadas e melodias cativantes, a Sonzera Band conquistou lugar seu lugar ao sol na cena potiguar. Se preparam para fazer seu primeiro show em João Pessoa e trazem na bagagem os hits e chegam dispostos a conquistar “Curtindo a Vida”, “Nem tudo é Certo”, “Soul da Paz” e “Brasil Secreto”, além de versão super rock ‘n’ roll do clássico regional “Respeita Januário” do saudoso mestre Luiz Gonzaga. Site: www.myspace.com/sonzeraband
TERRA PRIMA (PE) – Pernambuco comparece a primeira edição do Sun Rock Festival com uma das revelações do heavy-metal de Recife: o quinteto Terra Prima adiciona ao seu poderoso heavy-metal, temperos regionais, como baião e o maracatu, além de salsa, música flamenca e outros ritmos. Site: www.myspace.com/terraprima
Serviço
Sun Rock Festival
Dias 11 e 12 de setembro de 2010
Estádio Almeidão, em João Pessoa (PB)
Programação:
Sábado (11/09): Scorpions (Alemanha), Cachorro Grande (RS), Unidade Móvel (PB), Sonzera Band (RN). Abertura dos portões: 15h. Início dos shows: 18h.
Domingo (12/09), a partir das 15h: Sepultura (MG), Angra (SP), Matanza (RJ), Terra Prima (PE), Shock (PB). Abertura dos portões: 15h. Início dos shows: 17h.
Ingressos:
Sábado (1º. Lote): Arquibancada geral (R$ 60, inteira, R$ 30, estudante); Cadeira numerada (R$ 140, intera, R$ 70, estudante); Pista normal (R$ 120, inteira, R$ 60, estudante); Pista Premium (R$ 200, inteira, R$ 100, estudante).
Domingo (1º. Lote): Pista normal (R$ 40, inteira, R$ 40, estudante); Pista Premium (R$ 150, inteira, R$ 75, estudante).
Pré-venda exclusiva para clientes Hipercard: a partir de 18 de julho na internet (www.ingressorapido.com.br) e Call Center (4003-1212);
Venda geral: a partir de 25 de julho na internet (www.ingressorapido.com.br), Call Center (4003-1212) e postos de venda (shoppings MAG e Tambiá).
Grupos e excursões: Tambaú Receptivo – fone: 83-2106-9696 / e-mail caravanasunrock@operadoratambau.com.br
Classificação indicativa: 15 anos (abaixo de 15 anos, somente acompanhado por pais ou responsáveis)
Informações:
www.sunrockfestival.com.br
www.sunrockfestival.com.br/blog
www.twitter.com.br/sunrockfestival
www.youtube.com/sunrockfestival

Será o primeiro mega-evento de rock de João Pessoa. Nunca, na capital paraibana, um evento do gênero foi levado a um estádio do porte do Almeidão, o maior estádio de futebol da cidade. O Sun Rock Festival dá início à temporada de grandes shows com uma estrutura gigantesca, disposta a inserir João Pessoa, em definitivo, no mapa dos grandes eventos de música pop da América Latina.
Programado para os dias 11 e 12 de setembro, o Sun Rock Festival espera reunir, em seus dois dias, 60 mil pessoas no gramado do Almeidão. Para isso, nove das mais prestigiadas bandas de dentro e fora do país foram escaladas para dar a João Pessoa duas noites para entrar na história da cidade.
O carro-chefe do Sun Rock Festival é lendária banda alemã Scorpions, que incluiu a Paraíba em sua turnê de despedida. Outro destaque do evento é o grupo Sepultura, que embora tenha se apresentado em Campina Grande no começo da carreira, fará sua primeira apresentação em João Pessoa. Outro nome de peso a compor o festival é o quinteto Angra.
A programação do Sun Rock Festival foi definida da seguinte forma: no sábado (11/09) tocam Unidade Móvel (PB), Sonzera Band (RN), Cachorro Grande (RS) e Scorpions (Alemanha); no domingo (12/09) é a vez de Shock (PB), Terra Prima (PE), Matanza (RJ), Angra (SP) e Sepultura (MG) – leia abaixo mais informações sobre as atrações.
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira (12/07) no Hardman Praia Hotel, na orla de João Pessoa, João Paulo Sette, Flávio Eduardo “Fuba” e Elton Oliveira – o trio por trás da Qualitech Produções, que organiza o evento – ressaltaram a vontade de tornar João Pessoa um pólo para grandes shows de rock e os benefícios que isso tratará para o turismo e a economia do estado.
“Nossa intenção é fazer com que o nome João Pessoa, bem como a Paraíba, seja imediatamente vinculado à realização de shows de rock. Isso, além de fomentar o cenário musical do Estado, vai fazer com que haja um aumento significativo no turismo, pois esperamos uma demanda de fãs originários de todos os cantos do país”, destacou João Paulo Sette.
Para mostrar que o Sun Rock veio disposto a ficar, os três produtores anunciaram que estão investindo na reforma do Almeidão – tanto na parte de dentro, quanto de fora – para dar maior conforto e segurança ao público e que irão contar com um contingente mínimo de 350 profissionais para garantir a segurança do local.
“Este é um grande evento voltado para o Estado e por isso, estamos contando com o apoio dos órgãos municipais e estaduais para que tudo aconteça com o máximo de tranquilidade e que os fãs desfrutem bem dos shows”, acrescentou Fuba.
As bandas irão se revezar em dois palcos e serão instalados três super telões, estrutura que vem de São Paulo para atender a exigência do Scorpions. A estrutura ainda prevê serviço de bar e lanchonete e banheiros.
INGRESSOS
A pré-venda do 1º lote de ingressos começa já no próximo dia 18, exclusivo para clientes do Hipercard. A venda geral começa no dia 24 de julho. A pré-venda será somente pela internet (no site www.ingressorapido.com.br) e pelo telefone (através do call Center 4003-1212). A partir do dia 24, os ingressos passam a ser vendidos também em postos de venda nos shoppings MAG e Tambiá, ambos em João Pessoa.
Para o sábado, há quatro tipos de ingressos: Arquibancada geral (R$ 60, inteira, R$ 30, estudante); Cadeira numerada (R$ 140, intera, R$ 70, estudante); Pista normal (R$ 120, inteira, R$ 60, estudante); Pista Premium (R$ 200, inteira, R$ 100, estudante).
Para domingo, há apenas dois tipos de ingresso: Pista normal (R$ 40, inteira, R$ 40, estudante); Pista Premium (R$ 150, inteira, R$ 75, estudante). A produção lembra que estes valores valem apenas para o 1º lote, que tem número limitado de ingressos.
Durante a coletiva, a organização do Sun Rock Festival e o Procon Municipal de João Pessoa, na pessoa do coordenador Watteau Rodrigues, assinaram um termo de conduta garantindo o direito ao acesso à meia entrada do estudante, bem como valorizando a utilização deste direito. “Em cada ingresso constará o nome do estudante que adquirir a entrada, fazendo com que este seja personalizado, pessoal e intransferível”, esclarece Elton Oliveira.
Por enquanto, a organização não prevê a venda de um passaporte para os dois dias, bem como estuda a possibilidade de abrir mais opções de ingressos para o domingo, caso seja concretizada mais uma banda para a segunda noite do evento. Venda para grupos e excursão para o festival estão sendo feitos com a Tambaú Receptivo pelo telefone 83-2106-9696 ou pelo e-mail caravanasunrock@operadoratambau.com.br.
O site oficial do festival é o www.sunrockfestival.com.br. Outras informações circulam a todo instante no Twitter do Sun Rock Festival (www.twitter.com/sunrockfestival), no Youtube (www.youtube.com/sunrockfestival) e na comunidade oficial do evento no Orkut.
CONHEÇA AS ATRAÇÕES DO SUN ROCK FESTIVAL
SCORPIONS (Alemanha) – Formada em Hannover, na Alemanha, em 1965, o grupo Scorpions se tornou um dos maiores nomes de todos os tempos do heavy-metal. Depois de 45 anos de carreira e algo em torno de 100 milhões de discos vendidos, anunciou que vai se aposentar com uma extensa turnê mundial. João Pessoa foi incluída nessa turnê, chamada de “Get Your Sting and Blackout World Tour 2010”. No show, o grupo mistura músicas do novo álbum, Sting In The Tail, com os eternos clássicos “Wind of change”, “Still loving you” e “Rock you like a hurricane”. Site: www.the-scorpions.com
SEPULTURA (MG) – Quarteto formado em Belo Horizonte (MG) em 1984, o Sepultura se tornou um dos mais importantes nomes do thrash metal (variação mais rápida do heavy-metal clássico) no mundo, ao lado de bandas como Slayer e Metallica. Hoje formada pelo americano Derrick Green (vocal), mais os brasileiros Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Jean Dolabella (bateria), o Sepultura, enfim, fará seu primeiro show em João Pessoa, trazendo para cá a turnê do álbum A-Lex, álbum conceitual inspirado no livro A Laranja Mecânica. Site: www.sepultura.com.br
ANGRA (SP) – Prestes a completar 20 anos de carreira, o Angra é, sem sombra de dúvidas, a mais importante banda de metal melódico do país. De volta à estrada, a banda chega a João Pessoa renovada, com os fundadores Kiko Loureiro (guitarra) e Rafael Bittencourt (guitarra), mais o vocalista Edu Falaschi e o baixista Felipe Andreoli (ambos na banda desde 2000) e a volta do baterista Ricardo Confessori. Lançam, por aqui, o novo disco, Aqua, o sétimo álbum da banda. Site: www.angra.net
CACHORRO GRANDE (RS) – Formada em 1999 em Porto Alegre, no Sul do país, a banda Cachorro Grande se tornou um dos principais nomes do rock brasileiro no começo dos anos 2000. Quinteto que esbanja energia no palco, faz um rock ‘n’ roll de primeira linha com letras em português inspirado nos Beatles, Rolling Stones, Mutantes e os saudosos conterrâneos. Cascavelletes. Chegam ao Sun Rock Festival para lançar o disco Cinema, de 2009. Site: www.cachorrogrande.com.br
MATANZA (RJ) – Grupo carioca também é um dos destaques do novo rock brasileiro. Formado em 1995 no Rio de Janeiro, coleciona cinco discos cunhados com muito rock ‘n’ roll, country, folk, hardcore e cerveja. Fãs de Johnny Cash (a quem chegaram a dedicar um disco com versões vitaminadas), a música do Matanza está repleta de letras despojadas e atitudes irreverentes. Site: www.matanza.com.br
SHOCK (PB) – Formada no final dos anos 1970, a banda Shock foi a primeira banda de João Pessoa dedicada ao heavy-metal. Com influencias do Black Sabbath e Led Zeppelin, o grupo se tornou uma verdadeira lenda do rock pesado na cidade e está de volta disposta a mostrar seu poder de fogo. (não tem site)
UNIDADE MÓVEL (PB) – Combinando um time de ótimos músicos com referências que vão do rock ‘n’ roll ao funk, a banda Unidade Móvel está prestes a completar 10 anos de estrada. Um dos destaques da cena musical da cidade, tem hits como “Estranho no ninho”, “Sinal de Fumaça”, “Banho de Chuva”, “Amanhã já foi” e “Em tempo real”, que dá nome ao último disco da banda. Site: www.myspace.com/unidademovel
SONZERA BAND (RN) – Desde 1998 embalando a cena roqueira de natal com guitarras afiadas e melodias cativantes, a Sonzera Band conquistou lugar seu lugar ao sol na cena potiguar. Se preparam para fazer seu primeiro show em João Pessoa e trazem na bagagem os hits e chegam dispostos a conquistar “Curtindo a Vida”, “Nem tudo é Certo”, “Soul da Paz” e “Brasil Secreto”, além de versão super rock ‘n’ roll do clássico regional “Respeita Januário” do saudoso mestre Luiz Gonzaga. Site: www.myspace.com/sonzeraband
TERRA PRIMA (PE) – Pernambuco comparece a primeira edição do Sun Rock Festival com uma das revelações do heavy-metal de Recife: o quinteto Terra Prima adiciona ao seu poderoso heavy-metal, temperos regionais, como baião e o maracatu, além de salsa, música flamenca e outros ritmos. Site: www.myspace.com/terraprima
Serviço
Sun Rock Festival
Dias 11 e 12 de setembro de 2010
Estádio Almeidão, em João Pessoa (PB)
Programação:
Sábado (11/09): Scorpions (Alemanha), Cachorro Grande (RS), Unidade Móvel (PB), Sonzera Band (RN). Abertura dos portões: 15h. Início dos shows: 18h.
Domingo (12/09), a partir das 15h: Sepultura (MG), Angra (SP), Matanza (RJ), Terra Prima (PE), Shock (PB). Abertura dos portões: 15h. Início dos shows: 17h.
Ingressos:
Sábado (1º. Lote): Arquibancada geral (R$ 60, inteira, R$ 30, estudante); Cadeira numerada (R$ 140, intera, R$ 70, estudante); Pista normal (R$ 120, inteira, R$ 60, estudante); Pista Premium (R$ 200, inteira, R$ 100, estudante).
Domingo (1º. Lote): Pista normal (R$ 40, inteira, R$ 40, estudante); Pista Premium (R$ 150, inteira, R$ 75, estudante).
Pré-venda exclusiva para clientes Hipercard: a partir de 18 de julho na internet (www.ingressorapido.com.br) e Call Center (4003-1212);
Venda geral: a partir de 25 de julho na internet (www.ingressorapido.com.br), Call Center (4003-1212) e postos de venda (shoppings MAG e Tambiá).
Grupos e excursões: Tambaú Receptivo – fone: 83-2106-9696 / e-mail caravanasunrock@operadoratambau.com.br
Classificação indicativa: 15 anos (abaixo de 15 anos, somente acompanhado por pais ou responsáveis)
Informações:
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domingo, 11 de julho de 2010
E deu Espanha!!!
Pois é, de nada adiantou minha torcida para a Holanda : deu España na cabeça. Será que eu também sou pé-frio, que nem o Mick Jagger? Já que falei nele, pra encerrar o domingo, vamos ouvir os Stones. Se no esporte o pé de Jagger é congelado, na música ele ferve. (I can't get no) Satisfaction, e nem eu.
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Quero que vá tudo pro inferno
Fragmentos do livro Roberto Carlos em Detalhes, de Paulo César de Araújo:
Essa música nasceu numa noite fria,em junho de 1965, na cidade de Osasco, interior de São Paulo. [...] Roberto Carlos ouviu um fragmento de som que imediatamente lhe sugeriu uma melodia. Isto é um fato relativamente comum com os compositores: eles ouvem determinados sons que lhes sugerem o início de uma nova melodia."E eu comecei a cantar aquilo e imediatamente fiz o refrão "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo mais vá pro inferno"", lembra Roberto Carlos.
Mas, afinal, por que naquele momento o artista queria mesmo mandar tudo para o inferno?
A inspiração para compor a melodia surgiu por acaso nos bastidores do cinema, mas o tema da canção já estava há algum tempo fustigando Roberto Carlos. Naquela noite fria em Osasco ele apenas expressou em forma de música a saudade que sentia por alguém que estava muito distante. "Eu tinha uma namorada na época que viajou para os Estados Unidos e naturalmente naquele dia eu estava pensando nela e isto sugeriu a música", afirma Roberto Carlos.
Pois, embora não quisesse revelar na entrevista, essa namorada tem nome e sobrenome: Magda Fonseca - que foi a primeira grande musa de Roberto Carlos e para quem ele compôs várias canções de amor. "Roberto era apaixonadíssimo por ela", afirma a divulgadora Edy Silva. Ao contrário das outras importantes mulheres da vida de Roberto Carlos - Nice, Myrian Rios e Maria Rita -, Magda namorou com ele na fase anterior ao grande sucesso do programa Jovem Guarda, portanto, quando o cerco da mídia sobre o cantor ainda não era tão grande. Por isso Magda Fonseca passou despercebida e foi excluída da história de Roberto Carlos. Até agora.
[...]
E ele expressou sua saudade de Magda com um desabafo, mandando tudo para o inferno. "Eu queria que tudo fosse realmente para o inferno. Naquela música eu queria dizer que para mim o que importava era o amor, a saudade que eu sentia e aquelas coisas que envolviam o meu estado de espírito. Então, no momento em que eu fiz aquela música, pouco importava o resto do mundo, porque na minha opinião só o que valia era o amor que eu sentia. Então, que tudo mais fosse realmente pro inferno." No dia seguinte, ele procurou Erasmo para mostrar a primeira parte e o refrão da nova música. "Erasmo, bolei um tema aqui, o que você acha?" Erasmo ficou entusiasmado com o que ouviu e juntos fizeram a segunda parte e o restante da letra de Quero que vá tudo pro inferno. Foi um trabalho de dois meses, aproveitando intervalos de shows, viagens e programas de televisão.
[...]
Quero que vá tudo pro inferno foi uma febre, uma verdadeira coqueluche, como se dizia na época. E ninguém podia evitar a música de Roberto Carlos, que alcançava mesmo quem não a procurasse, mesmo quem não quisesse, mesmo quem não gostasse. A letra não seguia a temperatura ambiente. Em pleno verão, sob um sol de 40 graus à sombra, toda a juventude brasileira, suando e resfolegando, cantava freneticamente o refrão "Quero que você me aqueça nesse inverno / e que tudo o mais vá pro inferno...". Foi talvez a primeira vez que alguém ousou praguejar através de uma canção popular no Brasil. Nas ruas das principais capitais do país, muitos transeuntes paravam diante das lojas de disco para escutá-la.
[...]
O transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, ocupa o quarto lugar entre os distúrbios psiquiátricos mais frequentes, com mais de 7 milhões de vítimas no Brasil. Quem padece de TOC é acometido por ideias recorrentes e desenvolve comportamentos repetitivos, designados pelos médicos de "rituais compulsivos". O distúrbio se manifesta por meio de uma série de excentricidades e manias cultivadas no cotidiano. Uma das mais frequentes caracteriza-se pela obsessão e, consequentemente, compulsão para resolvê-la. Por exemplo: se alguém tem ideia fixa em sujeira, vai se preocupar
excessivamente com a higiene, podendo lavar as mãos várias vezes ao dia. Caso tenha um medo obsessivo de contaminação, vai evitar tocar em outra pessoa para não ser contaminado por vírus e bactérias.
[...]
O TOC foi se acentuando em Roberto Carlos a partir do início dos anos 80, junto com seu mergulho místico. A intensa religiosidade do cantor caminhou paralela ao crescente aumento das suas manias e superstições. É quando ele deixa de pronunciar palavras como mal e inferno, que antes citava normalmente. Em consequência disso, algumas canções foram banidas de seu repertório, como Quero que vá tudo pro inferno, É preciso saber viver e Como dois e dois, composição de Caetano Veloso que ele lançou em 1971. No caso de É preciso saber viver, mais tarde ele conseguiu driblar o medo, pois bastou alterar o "se o bem e o mal existem" para "se o bem e o bem existem" - embora transformando o verso num nonsense total. Já no caso de Como dois e dois isso fica mais difícil, pois a palavra "mal" define a mensagem de Caetano no verso "tudo vai mal, tudo/ tudo é igual não me iludo e contudo". O mesmo acontecendo com a palavra renegada em Quero que vá tudo pro inferno.
Essa música nasceu numa noite fria,em junho de 1965, na cidade de Osasco, interior de São Paulo. [...] Roberto Carlos ouviu um fragmento de som que imediatamente lhe sugeriu uma melodia. Isto é um fato relativamente comum com os compositores: eles ouvem determinados sons que lhes sugerem o início de uma nova melodia."E eu comecei a cantar aquilo e imediatamente fiz o refrão "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo mais vá pro inferno"", lembra Roberto Carlos.
Mas, afinal, por que naquele momento o artista queria mesmo mandar tudo para o inferno?
A inspiração para compor a melodia surgiu por acaso nos bastidores do cinema, mas o tema da canção já estava há algum tempo fustigando Roberto Carlos. Naquela noite fria em Osasco ele apenas expressou em forma de música a saudade que sentia por alguém que estava muito distante. "Eu tinha uma namorada na época que viajou para os Estados Unidos e naturalmente naquele dia eu estava pensando nela e isto sugeriu a música", afirma Roberto Carlos.
Pois, embora não quisesse revelar na entrevista, essa namorada tem nome e sobrenome: Magda Fonseca - que foi a primeira grande musa de Roberto Carlos e para quem ele compôs várias canções de amor. "Roberto era apaixonadíssimo por ela", afirma a divulgadora Edy Silva. Ao contrário das outras importantes mulheres da vida de Roberto Carlos - Nice, Myrian Rios e Maria Rita -, Magda namorou com ele na fase anterior ao grande sucesso do programa Jovem Guarda, portanto, quando o cerco da mídia sobre o cantor ainda não era tão grande. Por isso Magda Fonseca passou despercebida e foi excluída da história de Roberto Carlos. Até agora.
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E ele expressou sua saudade de Magda com um desabafo, mandando tudo para o inferno. "Eu queria que tudo fosse realmente para o inferno. Naquela música eu queria dizer que para mim o que importava era o amor, a saudade que eu sentia e aquelas coisas que envolviam o meu estado de espírito. Então, no momento em que eu fiz aquela música, pouco importava o resto do mundo, porque na minha opinião só o que valia era o amor que eu sentia. Então, que tudo mais fosse realmente pro inferno." No dia seguinte, ele procurou Erasmo para mostrar a primeira parte e o refrão da nova música. "Erasmo, bolei um tema aqui, o que você acha?" Erasmo ficou entusiasmado com o que ouviu e juntos fizeram a segunda parte e o restante da letra de Quero que vá tudo pro inferno. Foi um trabalho de dois meses, aproveitando intervalos de shows, viagens e programas de televisão.
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Quero que vá tudo pro inferno foi uma febre, uma verdadeira coqueluche, como se dizia na época. E ninguém podia evitar a música de Roberto Carlos, que alcançava mesmo quem não a procurasse, mesmo quem não quisesse, mesmo quem não gostasse. A letra não seguia a temperatura ambiente. Em pleno verão, sob um sol de 40 graus à sombra, toda a juventude brasileira, suando e resfolegando, cantava freneticamente o refrão "Quero que você me aqueça nesse inverno / e que tudo o mais vá pro inferno...". Foi talvez a primeira vez que alguém ousou praguejar através de uma canção popular no Brasil. Nas ruas das principais capitais do país, muitos transeuntes paravam diante das lojas de disco para escutá-la.
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O transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, ocupa o quarto lugar entre os distúrbios psiquiátricos mais frequentes, com mais de 7 milhões de vítimas no Brasil. Quem padece de TOC é acometido por ideias recorrentes e desenvolve comportamentos repetitivos, designados pelos médicos de "rituais compulsivos". O distúrbio se manifesta por meio de uma série de excentricidades e manias cultivadas no cotidiano. Uma das mais frequentes caracteriza-se pela obsessão e, consequentemente, compulsão para resolvê-la. Por exemplo: se alguém tem ideia fixa em sujeira, vai se preocupar
excessivamente com a higiene, podendo lavar as mãos várias vezes ao dia. Caso tenha um medo obsessivo de contaminação, vai evitar tocar em outra pessoa para não ser contaminado por vírus e bactérias.
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O TOC foi se acentuando em Roberto Carlos a partir do início dos anos 80, junto com seu mergulho místico. A intensa religiosidade do cantor caminhou paralela ao crescente aumento das suas manias e superstições. É quando ele deixa de pronunciar palavras como mal e inferno, que antes citava normalmente. Em consequência disso, algumas canções foram banidas de seu repertório, como Quero que vá tudo pro inferno, É preciso saber viver e Como dois e dois, composição de Caetano Veloso que ele lançou em 1971. No caso de É preciso saber viver, mais tarde ele conseguiu driblar o medo, pois bastou alterar o "se o bem e o mal existem" para "se o bem e o bem existem" - embora transformando o verso num nonsense total. Já no caso de Como dois e dois isso fica mais difícil, pois a palavra "mal" define a mensagem de Caetano no verso "tudo vai mal, tudo/ tudo é igual não me iludo e contudo". O mesmo acontecendo com a palavra renegada em Quero que vá tudo pro inferno.
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Roberto Carlos x Beatles
Quando não se tem o que fazer, nada melhor do que ficar sem fazer nada. E é nestes momentos que eu fico inspirado. Escutando um pouco do meu repertório, consegui a proeza de achar alguma semelhança entre Yer Blues, dos Beatles, e O Cadillac, do nosso rei Roberto Carlos. Vai entender...
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Domingo à tarde
O domingo é foda. Assistir televisão neste dia ninguém merece. A maioria da galera tá curtindo a ressaca, e o jeito é ficar em casa curtindo um DVD e tomando aquela velha outra. Ainda bem que eu encontrei algumas preciosidades para ouvir, já que eu não estou muito a fim de ir pra praia. E daqui a pouco tem Holanda x Espanha pra curtir (nada contra a terra natal do mestre Salvador Dali, mas hoje eu sou Holanda desde pequenininho). Já dizia Nelson Ned : "Eu não tenho nada pra fazer domingo à tarde..."
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Momento Down

Sabe aqueles dias em que você tá meio na deprê, e quer mais é ficar sozinho? Pois é : hoje eu estou assim. Embora eu não esteja passando por dificuldades mais sérias, nada de muita urgência, hoje me bateu aquela tristeza. Talvez seja o cansaço e a saudade oriundos destes 11 dias que eu passei longe de casa; não há hotel 100 estrelas que seja melhor do que a casinha da gente.

Hoje saí do trabalho, fui fazer umas compras junto com a patroa e agora estou apreciando aquela velha aguardente. E bateu um momento bem Down em Mim, como diria Cazuza (ah... acho que foi por ter escrito o post anterior!!!). Neste caso, vou postar um vídeo da banda RadioHead, com a música Fake Plastic Trees. Coloquem o som no último volume, saiam de perto da janela do 5º andar e tirem do lado quaisquer instrumentos perfurocortantes. E eu não me responsabilizo por pulso cortado de ninguém...
Cazuza

No último dia 07 de julho fez 20 anos que Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, não pôde mais levar a vida e deixou que ela o levasse. Rebelde, extrovertido, inconsequente, viveu e morreu do jeito que quis. Em apenas 32 anos de vida cantou os desejos e os amores da geração oitentista, criticou o governo, chamou o país de puteiro, disse segredos de um liquidificador e se reconheceu como sendo um cara exagerado.
Por tudo isto, é chamado de Poeta do Rock. E não há HIV nem nada no mundo que acabe com a música e a poesia que ele deixou para as futuras gerações. Viva Cazuza!!!
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