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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Roberto Carlos - Domus Hall

O show de Roberto Carlos aqui em João Pessoa, no último dia 09 de setembro, foi como não poderia deixar de ser : fantástico. Ver o Rei cantar os seus maiores sucessos bem na minha frente era algo que eu desejava já há alguns anos, e ele não decepcionou.
Alguns trechos do show :





quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Show do Rei

Amanhã tem show de Roberto Carlos aqui em João Pessoa, na Domus Hall. E eu estarei lá marcando presença. Boa noite.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Majestade visita João Pessoa


Dois dias antes do show de Scorpions, outro grande show vai abalar as estruturas da capital paraibana. Até que enfim, depois de duas décadas e meia de vida, eu vou ter a oportunidade de assistir ao maior nome da música popular brasileira de todos os tempos.


O cantor Roberto Carlos se apresentará na casa de shows Domus Hall, no Manaíra Shopping, no dia 09 de setembro a partir das 21:00hs, conforme divulgado no site oficial do Rei.Os ingressos estão sendo vendidos pelo site Ingresso Rápido e na bilheteria da Domus Hall (contato [83]36218383).

domingo, 11 de julho de 2010

Quero que vá tudo pro inferno

Fragmentos do livro Roberto Carlos em Detalhes, de Paulo César de Araújo:

Essa música nasceu numa noite fria,em junho de 1965, na cidade de Osasco, interior de São Paulo. [...] Roberto Carlos ouviu um fragmento de som que imediatamente lhe sugeriu uma melodia. Isto é um fato relativamente comum com os compositores: eles ouvem determinados sons que lhes sugerem o início de uma nova melodia."E eu comecei a cantar aquilo e imediatamente fiz o refrão "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo mais vá pro inferno"", lembra Roberto Carlos.
Mas, afinal, por que naquele momento o artista queria mesmo mandar tudo para o inferno?
A inspiração para compor a melodia surgiu por acaso nos bastidores do cinema, mas o tema da canção já estava há algum tempo fustigando Roberto Carlos. Naquela noite fria em Osasco ele apenas expressou em forma de música a saudade que sentia por alguém que estava muito distante. "Eu tinha uma namorada na época que viajou para os Estados Unidos e naturalmente naquele dia eu estava pensando nela e isto sugeriu a música", afirma Roberto Carlos.
Pois, embora não quisesse revelar na entrevista, essa namorada tem nome e sobrenome: Magda Fonseca - que foi a primeira grande musa de Roberto Carlos e para quem ele compôs várias canções de amor. "Roberto era apaixonadíssimo por ela", afirma a divulgadora Edy Silva. Ao contrário das outras importantes mulheres da vida de Roberto Carlos - Nice, Myrian Rios e Maria Rita -, Magda namorou com ele na fase anterior ao grande sucesso do programa Jovem Guarda, portanto, quando o cerco da mídia sobre o cantor ainda não era tão grande. Por isso Magda Fonseca passou despercebida e foi excluída da história de Roberto Carlos. Até agora.
[...]
E ele expressou sua saudade de Magda com um desabafo, mandando tudo para o inferno. "Eu queria que tudo fosse realmente para o inferno. Naquela música eu queria dizer que para mim o que importava era o amor, a saudade que eu sentia e aquelas coisas que envolviam o meu estado de espírito. Então, no momento em que eu fiz aquela música, pouco importava o resto do mundo, porque na minha opinião só o que valia era o amor que eu sentia. Então, que tudo mais fosse realmente pro inferno." No dia seguinte, ele procurou Erasmo para mostrar a primeira parte e o refrão da nova música. "Erasmo, bolei um tema aqui, o que você acha?" Erasmo ficou entusiasmado com o que ouviu e juntos fizeram a segunda parte e o restante da letra de Quero que vá tudo pro inferno. Foi um trabalho de dois meses, aproveitando intervalos de shows, viagens e programas de televisão.
[...]
Quero que vá tudo pro inferno foi uma febre, uma verdadeira coqueluche, como se dizia na época. E ninguém podia evitar a música de Roberto Carlos, que alcançava mesmo quem não a procurasse, mesmo quem não quisesse, mesmo quem não gostasse. A letra não seguia a temperatura ambiente. Em pleno verão, sob um sol de 40 graus à sombra, toda a juventude brasileira, suando e resfolegando, cantava freneticamente o refrão "Quero que você me aqueça nesse inverno / e que tudo o mais vá pro inferno...". Foi talvez a primeira vez que alguém ousou praguejar através de uma canção popular no Brasil. Nas ruas das principais capitais do país, muitos transeuntes paravam diante das lojas de disco para escutá-la.
[...]
O transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, ocupa o quarto lugar entre os distúrbios psiquiátricos mais frequentes, com mais de 7 milhões de vítimas no Brasil. Quem padece de TOC é acometido por ideias recorrentes e desenvolve comportamentos repetitivos, designados pelos médicos de "rituais compulsivos". O distúrbio se manifesta por meio de uma série de excentricidades e manias cultivadas no cotidiano. Uma das mais frequentes caracteriza-se pela obsessão e, consequentemente, compulsão para resolvê-la. Por exemplo: se alguém tem ideia fixa em sujeira, vai se preocupar
excessivamente com a higiene, podendo lavar as mãos várias vezes ao dia. Caso tenha um medo obsessivo de contaminação, vai evitar tocar em outra pessoa para não ser contaminado por vírus e bactérias.
[...]
O TOC foi se acentuando em Roberto Carlos a partir do início dos anos 80, junto com seu mergulho místico. A intensa religiosidade do cantor caminhou paralela ao crescente aumento das suas manias e superstições. É quando ele deixa de pronunciar palavras como mal e inferno, que antes citava normalmente. Em consequência disso, algumas canções foram banidas de seu repertório, como Quero que vá tudo pro inferno, É preciso saber viver e Como dois e dois, composição de Caetano Veloso que ele lançou em 1971. No caso de É preciso saber viver, mais tarde ele conseguiu driblar o medo, pois bastou alterar o "se o bem e o mal existem" para "se o bem e o bem existem" - embora transformando o verso num nonsense total. Já no caso de Como dois e dois isso fica mais difícil, pois a palavra "mal" define a mensagem de Caetano no verso "tudo vai mal, tudo/ tudo é igual não me iludo e contudo". O mesmo acontecendo com a palavra renegada em Quero que vá tudo pro inferno.

Roberto Carlos x Beatles

Quando não se tem o que fazer, nada melhor do que ficar sem fazer nada. E é nestes momentos que eu fico inspirado. Escutando um pouco do meu repertório, consegui a proeza de achar alguma semelhança entre Yer Blues, dos Beatles, e O Cadillac, do nosso rei Roberto Carlos. Vai entender...



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Aniversário do Rei



Um aniversário triste para o rei. Nessa segunda-feira, 19 de abril, quando completa 69 anos, o cantor Roberto Carlos vai participar do enterro de sua mãe, Laura Moreira Braga. Ele saiu dos Estados Unidos na manhã de ontem em um voo fretado e chegou ao Rio de Janeiro no início da noite.

Lady Laura, como foi homenageada em uma das letras do rei, morreu aos 96 anos vítima de uma infecção pulmonar. Ela estava internada no Hospital Copa Dor desde o dia 31 de março.



O corpo da mãe do cantor foi enterrado às 9h desta segunda-feira (19), no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, zona oeste do Rio. Foi usado um caixão branco.

No momento da morte, nesse sábado (18), o cantor estava em turnê em Nova York. Durante o show, mesmo sem saber de sua morte, ele chegou a interpretar a música Lady Laura, composta em homenagem à mãe.

O empresário do cantor soube da notícia por telefone, mas esperou até o momento em que Roberto Carlos jogou rosas ao público e se retirou do palco. Depois de receber a notícia, o artista não voltou mais para o bis. O público foi então informado da morte de Lady Laura.

Fonte : Blog www.robertocarlosbraga.com.br

domingo, 18 de abril de 2010

Adeus, Lady Laura

Morreu neste sábado (17) a mãe do cantor Roberto Carlos, Laura Moreira Braga, 96 anos, conhecida como Lady Laura, no Hospital Copa D’ Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, vítima de infecção pulmonar. O cantor, que completa 69 anos na segunda-feira (19), estava em uma turnê pelos Estados Unidos, e só ficou sabendo do ocorrido no final de um show, através do seu maestro e amigo Eduardo Lages.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela morreu às 18h20. No atestado de óbito constam como causas: choque séptico e insuficiência respiratória aguda, decorrentes de pneumonia bacteriana e agravados por insuficiência renal crônica, insuficiência coronariana e arritmia cardíaca.
A mãe do cantor ficou conhecida nacionalmente pela música "Lady Laura", parceria do filho com Erasmo Carlos. Ela foi internada no dia 31 de março e levada para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) em estado grave, com quadro de infecção pulmonar.

Lady Laura chegou ao Copa D’Or na companhia de Roberto após sofrer broncoaspiração, seguida de insuficiência respiratória e pneumonia.

De acordo com a divulgação do primeiro boletim médico, ela respirava por aparelhos e fazia tratamento com antibióticos, sob os cuidados do diretor médico Antônio Carlos Moraes e do assistente Milton Kazuo Yoshino.

Para ficar ao lado da mãe, Roberto Carlos chegou a adiar sua viagem para uma turnê de shows ao exterior e de ir a ensaios em seu estúdio.



Foi Lady Laura, que era devota de Nossa Senhora, Cosme e Damião e São Judas Tadeu, quem passou a forte religiosidade para o cantor. Ela era uma das pessoas que mais incentivaram a carreira artística de Roberto Carlos.

Nascida na mineira Mimoso, Lady Laura saiu de sua cidade natal para morar em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, com o marido, Robertino. Ela havia aprendido a tocar violão ainda na adolescência e passou o amor à música para os filhos, entre eles o caçula, Roberto.

Em 1978, o cantor escreveu com seu parceiro, Erasmo Carlos, a música "Lady Laura", na qual declarava ao mundo todo o amor que tinha pela mãe. A canção, célebre até hoje, foi adotada pelos brasileiros e virou estandarte do sentimento de amor materno.

No início da letra, Roberto canta "Tenho às vezes vontade de ser novamente um menino, e na hora do meu desespero gritar por você", para depois chegar no refrão: "Lady Laura, me leve pra casa, me conta uma história, me faça dormir, Lady Laura".

Sem gostar de dar entrevistas, já que seu filho "era o famoso", Laura disse no passado ter tido uma "alegria imensa" ao escutar a música pela primeira vez. Homenagem, aliás, que também se estendeu para "Aquela Casa Simples", em que Roberto lembra onde morou na infância e dedicou à mãe, ano passado, no show que fez em Cachoeiro do Itapemirim, quando iniciou as comemorações de seus 50 anos de carreira.

Roberto ainda batizou os quatro barcos que teve até hoje – "Dona Laura" e "Lady Laura" I, II e III – em lembrança da mãe. Era assim também que amigos e parentes a chamavam carinhosamente.

(Globo / Último Segundo)

sábado, 17 de abril de 2010

Dica de lazer



Você :

- curte Roberto Carlos?
- gosta de frequentar ambientes familiares?
- quer passar uma noite agradável com a pessoa amada?
- está com dor de cotovelo?
- quer se embriagar?

Caso a resposta para alguma(s) destas alternativas seja "SIM", você não pode morrer sem conhecer o Cantinho do Rei, bar localizado na principal do Castelo Branco, ao lado do Mercado Público, aqui em João Pessoa.

Local sossegado, aconchegante, ideal pra quem quer tomar uns drinks ou namorar ao som do Rei. Aos domingos temos ainda o Especial Jovem Guarda, com músicas exclusivas dos anos 60, tudo isso sob a batuta do nosso amigo Carlos e seus funcionários, proporcionando o melhor atendimento pra você.

Visitem o Cantinho do Rei, sua opção de lazer na capital paraibana.

Obs.: Antes que alguém converse besteira, vou logo dizendo : NÃO, eu repito, NÃO estou recebendo nenhum benefício particular para fazer propagando do Cantinho do Rei. Se eu estou fazendo esta divulgação, é porque conheço o ambiente (não é de hoje que eu costumo sair tropeçando nas próprias pernas quando saio de lá). Um grande abraço a Carlos, e viva Roberto!!!