sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
1001 discos para ouvir antes de morrer
Resolvi dar uma conferida na dica do meu companheiro ibgeano Cláudio Vinicius sobre o livro "1001 discos para ouvir antes de morrer" (1001 Albuns you must hear before you die):

Sinopse:
Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos.
Abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro vai guiar você por diferentes tendências sonoras e mostrar o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração.
Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop, música experimental, world music, dance e muitos outros estilos.
A propósito, o site NoBrasil.org disponibilizou os links para download de TODOS (isso mesmo : TODOS)os álbuns listados pelo livro. A quem interessar : http://nobrasil.org/1001-discos-para-ouvir-antes-de-morrer/
Eu já comecei a baixar minha coleção. Neste momento, faltam apenas 989 álbuns...

Sinopse:
Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos.
Abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro vai guiar você por diferentes tendências sonoras e mostrar o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração.
Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop, música experimental, world music, dance e muitos outros estilos.
A propósito, o site NoBrasil.org disponibilizou os links para download de TODOS (isso mesmo : TODOS)os álbuns listados pelo livro. A quem interessar : http://nobrasil.org/1001-discos-para-ouvir-antes-de-morrer/
Eu já comecei a baixar minha coleção. Neste momento, faltam apenas 989 álbuns...
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Lennon - 70 anos
YouTube e Google prestam homenagens a John Lennon
Redação Internacional, 8 out (EFE)
O Google e o YouTube, dois dos principais portais da internet, homenagearão nesta sexta o ex-beatle John Lennon por ocasião do 70º aniversário de seu nascimento, informou a gravadora Emi Music.
Ringo Starr, Jeff Bridges e o Aerosmith, entre muitos outros, prestarão homenagens neste sábado ao ex-beatle, assassinado em dezembro de 1980, através de depoimentos que serão disponibilizados no YouTube, que também terá uma página inicial e um logotipo especiais.
Além, disso, o site disponibilizará um vídeo em que a viúva de Lennon, Yoko Ono, pedirá a todo o mundo que grave uma homenagem ao cantor.
"Espero que todos se unam a mim e à grande família da paz no mundo para celebrar este dia tão especial", diz Yoko no vídeo.
Já o Google traz em seu logotipo o rosto de Lennon e um vídeo com animação - obra de Mike Dutton, com a aprovação de Yoko -, através do qual é possível ouvir "Imagine".
Redação Internacional, 8 out (EFE)
O Google e o YouTube, dois dos principais portais da internet, homenagearão nesta sexta o ex-beatle John Lennon por ocasião do 70º aniversário de seu nascimento, informou a gravadora Emi Music.
Ringo Starr, Jeff Bridges e o Aerosmith, entre muitos outros, prestarão homenagens neste sábado ao ex-beatle, assassinado em dezembro de 1980, através de depoimentos que serão disponibilizados no YouTube, que também terá uma página inicial e um logotipo especiais.
Além, disso, o site disponibilizará um vídeo em que a viúva de Lennon, Yoko Ono, pedirá a todo o mundo que grave uma homenagem ao cantor.
"Espero que todos se unam a mim e à grande família da paz no mundo para celebrar este dia tão especial", diz Yoko no vídeo.
Já o Google traz em seu logotipo o rosto de Lennon e um vídeo com animação - obra de Mike Dutton, com a aprovação de Yoko -, através do qual é possível ouvir "Imagine".
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Onde vamos parar?
Desde que Olodum gravou a música Requebra, em meados da década de 90, a música brasileira nunca mais foi a mesma. Logo surgiram Molejo, É o Tchan... passamos também por Harmonia do Samba, MC Serginho(não podemos esquecer de Lacraia) e Bonde do Tigrão, só pra citar alguns grupos de sucesso do repertório popular.
Mas, de acordo com a Lei de Murphy, nada está tão ruim de forma que não possa piorar. E, num país onde Faustão e Gugu ainda são apresentadores de programas vespertinos, Geisy Arruda se torna celebridade e Tiririca é candidato a Deputado Federal (discordo do bordão "pior que tá não fica), nada mais me assusta.
Não é à toa que eu não me espantei quando, ao dar aquela velha navegada na net, me deparei com a manchete 'Restart é a grande vencedora do VMB 2010.'

Lulu Santos, Capital Inicial, Skank e Arnaldo Antunes foram deixados em segundo plano por 4 emos aviadados que, para serem considerados ruins, precisam melhorar muito. Isso pra não falar no prêmio de artista internacional, que foi pra Justin (Biba) Bieber, outro emo que gosta de mamar na teta do boi.
Segue a relação dos vencedores :
Artista do Ano
Restart
Clipe do Ano
Restart - "Recomeçar"
Show do Ano
NX Zero
Hit do Ano
Restart - "Levo Comigo"
Revelação
Restart
Aposta
Thiago Petit
Aposta Internacional
School Of Seven Bells
Rock
Pitty
Pop
Restart
MPB
Diogo Nogueira
Rap
MV Bill
Música Eletrônica
Boss In Drama
Artista Internacional
Justin Bieber
Webstar
Felipe Neto
Webhit
"Justin Biba"
Game
Super Mario Galaxy 2
Será que estamos entrando na Era Emo?
Mas, de acordo com a Lei de Murphy, nada está tão ruim de forma que não possa piorar. E, num país onde Faustão e Gugu ainda são apresentadores de programas vespertinos, Geisy Arruda se torna celebridade e Tiririca é candidato a Deputado Federal (discordo do bordão "pior que tá não fica), nada mais me assusta.
Não é à toa que eu não me espantei quando, ao dar aquela velha navegada na net, me deparei com a manchete 'Restart é a grande vencedora do VMB 2010.'

Lulu Santos, Capital Inicial, Skank e Arnaldo Antunes foram deixados em segundo plano por 4 emos aviadados que, para serem considerados ruins, precisam melhorar muito. Isso pra não falar no prêmio de artista internacional, que foi pra Justin (Biba) Bieber, outro emo que gosta de mamar na teta do boi.
Segue a relação dos vencedores :
Artista do Ano
Restart
Clipe do Ano
Restart - "Recomeçar"
Show do Ano
NX Zero
Hit do Ano
Restart - "Levo Comigo"
Revelação
Restart
Aposta
Thiago Petit
Aposta Internacional
School Of Seven Bells
Rock
Pitty
Pop
Restart
MPB
Diogo Nogueira
Rap
MV Bill
Música Eletrônica
Boss In Drama
Artista Internacional
Justin Bieber
Webstar
Felipe Neto
Webhit
"Justin Biba"
Game
Super Mario Galaxy 2
Será que estamos entrando na Era Emo?
Scorpions - Almeidão
Eu ainda posso escutar o assovio de Wind of Change ecoando do Estádio do Almeidão até a orla. Há 1 semana atrás, Scorpions botava pra foder no palco principal do Sun Rock Festival, e eu curti cada segundo daquele evento há poucos metros de Klaus Meine e Cia. Agora, só resta relembrar e esperar pela edição 2011.
Nem a latinha de cerva a 5 contos e os drogados da "banda" Cachorro Grande conseguiram estragar o espetáculo. Rock and Roll!!!
Nem a latinha de cerva a 5 contos e os drogados da "banda" Cachorro Grande conseguiram estragar o espetáculo. Rock and Roll!!!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Roberto Carlos - Domus Hall
O show de Roberto Carlos aqui em João Pessoa, no último dia 09 de setembro, foi como não poderia deixar de ser : fantástico. Ver o Rei cantar os seus maiores sucessos bem na minha frente era algo que eu desejava já há alguns anos, e ele não decepcionou.
Alguns trechos do show :
Alguns trechos do show :
sábado, 11 de setembro de 2010
Scorpions - Hoje é o dia - Still loving you
O Estádio do Almeidão vai ser o palco do show do ano aqui em João Pessoa. Logo mais os portões serão abertos e, às 22:00hs, Klaus Meine e Cia. farão a capital tremer. Até lá.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
The Beatles - A Biografia

Para aqueles que, como eu, são beatlemaníacos, vai aqui uma ótima dica de leitura : The Beatles - A Biografia.
O livro de Bob Spitz "é o mais completo relato sobre a maior banda de todos os tempos. Além de desmitificar todas as biografias, oficiais e oficiosas, já publicadas sobre o grupo, depois de ter realizado sete anos de pesquisas e entrevistas com as principais pessoas que conviveram com os Beatles desde a sua infância, o autor desvenda também os bastidores da construção da sua arte inigualável." (Fernando Nuno)
"THE BEATLES é um mergulho profundo, sério e muito bem realizado na história da banda mais importante do mundo." (New York Post)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Show do Rei
Amanhã tem show de Roberto Carlos aqui em João Pessoa, na Domus Hall. E eu estarei lá marcando presença. Boa noite.
Convite
Klaus e Rudolf convidam a galera de João Pessoa a prestigiar o Sun Rock Festival. E aí, vai ficar de fora???
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
9 dias para Scorpions - Rock you like a hurricane
Contagem regressiva.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
10 dias para Scorpions - The rhythm of love
Há 10 dias da apresentação da banda Scorpions aqui em Jampa, vamos fazer uma prévia: The rhythm of love pra galera!!!
domingo, 29 de agosto de 2010
Michael Jackson - 52 anos
O Rei do Pop completaria hoje 52 anos de vida. Desnecessário se faz falar sobre sua trajetória. Em vez disso, vamos curtir Billie Jean e o seu famoso Moonwalk. Ave Michael Jackson.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Uma noite em 67
Retirado do site do documentário Uma Noite Em 67

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
[...]
Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.
Mais informações sobre a Era dos Festivais em: www.eradosfestivais.com.br

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
[...]
Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.
Mais informações sobre a Era dos Festivais em: www.eradosfestivais.com.br
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