quarta-feira, 13 de julho de 2011

13 de Julho - Dia Mundial do Rock

Rock´n´roll: Um, dois, três, quatro!


Aumente o som, saia pulando, fale palavrões: o rock’n’roll está completando 50 anos, mas ainda faz a cabeça dos jovens e chacoalha a sociedade



Foram cinco décadas bem vividas. O rock’n’roll, quem diria, está fazendo 50 anos regados a sexo, a drogas e a ele próprio. Não pensem que foi uma vida fácil: entre tapas e beijos, o rock viveu um romance conturbado com a sociedade. Numa hora, era o queridinho de todos, para logo depois ser chutado e escorraçado como um cão sem dono.

Nesse meio século, o rock’n’roll foi celebrado por multidões, massacrado pela Igreja, explorado por publicitários, dissecado por historiadores, cooptado pela moda, malhado por puristas, dignificado pelos Beatles e chegou a ser dado por morto algumas vezes. Mas, como fênix, sempre deu um jeito de reaparecer, resgatado das trevas por algum adolescente talentoso e entediado. É uma história e tanto.

Segundo historiadores, o marco zero do rock teria acontecido em julho de 1954, quando um caminhoneiro chamado Elvis Presley entrou no Sun Studios, em Memphis, e gravou “That’s Allright Mamma”.

Vamos deixar uma coisa bem clara: Elvis não inventou o rock. Antes dele, gente como Chuck Berry e Bill Halley já tocavam rock. Desde o fim dos anos 40, “rock’n’roll” era usado em letras de música como sinônimo de “dançar” ou “fazer amor”. Em 1952, o radialista Alan Freed – que depois viria a reivindicar a criação do termo – batizou seu programa de Moondog’s Rock and Roll Party.

Se não criou o rock’n’roll, Elvis ao menos pode ser considerado o mensageiro que apresentou o rock ao mundo. Era o homem certo no momento certo: bonito, talentoso e carismático. Mais importante: era branco e, por isso, aceitável para a América dos anos 50. “Eu agradeço a Deus por Elvis Presley”, disse o negro Little Richard, um dos grandes pioneiros do rock. “Ele abriu as portas para muitos de nós.”

A tarefa de Elvis não foi fácil: a sociedade norte-americana demorou bastante para aceitar aquele branco que cantava e dançava como um negro. Em uma de suas primeiras apresentações na TV, as câmeras o filmaram apenas da cintura para cima, sem mostrar aquele quadril que teimava em rebolar. Elvis, ao contrário de vários outros ídolos da época (como Pat Boone, por exemplo), nunca renegou a origem de sua música. “O que eu faço não é novidade”, disse. “Os negros vêm cantando e dançando dessa forma há muito tempo.”

Se a vida nos anos 50 não era moleza para um roqueiro branco como ele, o que dizer de artistas negros como Little Richard, Chuck Berry, Bo Diddley e Fats Domino? Num país de escolas segregadas, que ainda via negros serem linchados, o simples fato de um artista negro viajar para mostrar sua música assumia proporções épicas de heroísmo e bravura.

Uma história emblemática do período é a de Shelley “The Playboy” Stewart, um radialista negro que apresentava um programa de rock na estação WEDR, no Alabama. O programa de Stewart atraía um público predominantemente branco, que aprendera a gostar dos artistas “de cor” que o DJ tocava.

No dia 14 de julho de 1960, Stewart estava apresentando um show na cidade de Bessemer, quando recebeu um aviso do dono do clube: a Ku Klux Klan, temida organização racista, havia mandado 80 homens para atacá-lo. Os encapuzados cercavam o clube e ameaçavam invadir o local. Sem perder a calma, Stewart avisou à platéia – formada por 800 brancos – que teria de parar o show. Foi aí que o inesperado aconteceu. “Os jovens que estavam no clube se rebelaram”, disse Stewart, anos depois. “Eles saíram correndo do local e atacaram a Klan, lutando por mim.” A simbologia do fato é forte demais: brancos lutando contra brancos, pelo direito de ouvir música negra.

Sim, o rock’n’roll é música negra. Como o blues, o samba e o hip hop, o rock nasceu da escravidão e tem suas origens na migração forçada de milhões de africanos, que foram tirados de suas aldeias e jogados em terras estranhas. Todos esses gêneros musicais têm duas características comuns, herdadas da África: a primeira é a predominância de uma base rítmica constante e repetitiva; a segunda é a utilização da música de uma forma emocional e espiritual. Nas colheitas de algodão dos Estados Unidos, os escravos cantavam para celebrar sua espiritualidade e seus ancestrais. Também cantavam sobre as mazelas da escravidão, estabelecendo assim uma relação direta entre sua música e a realidade social. O rock herdou essa capacidade de radiografar o presente.

Na época, a sociedade americana começava a abandonar preconceitos seculares. De uma certa forma, a explosão do rock simbolizou uma América nova, mais liberal, próspera e livre das dificuldades econômicas do pós-guerra. Adolescentes brancos começaram a curtir uma música antes relegada a salões de baile nos bairros negros e pobres.

Em 1956, “Blue Suede Shoes”, de Carl Perkins, tornou-se a primeira música a chegar ao topo das paradas de pop, rhythm’n’blues e country. O fato representou um marco não só para a música, mas para toda a sociedade americana. Pela primeira vez, brancos e negros estavam gostando da mesma coisa. Em 1959, outra canção, “The Twist”, de Chubby Checker, também uniu o país. O ativista e autor Eldridge Cleaver, fundador do grupo radical Panteras Negras, escreveu: “A canção conseguiu, de uma forma que a política, a religião e a lei nunca haviam sido capazes, escrever na alma e no coração o que a Suprema Corte só havia conseguido escrever em livros”.

O rock’n’roll não mudou a sociedade, mas serviu como espelho de mudanças e tendências. Claro que ninguém deixou de ser racista ao ouvir Elvis Presley cantando música “de negros”, mas o simples fato de Elvis aparecer em cadeia nacional, rebolando os quadris e celebrando uma cultura marginal, mostrava que o país estava mudando.

Paralelamente ao surgimento do rock, a sociedade norte-americana via o aparecimento de outro fenômeno, que se tornaria vital para a explosão do rock’n’roll: o adolescente.

Até meados do século 20, adolescentes tiveram uma vida dura nos Estados Unidos. O país havia passado por duas guerras mundiais e pela Grande Depressão; ser jovem por lá significava trabalhar duro e ajudar os pais a sustentar a casa.

Para a sociedade de consumo, o adolescente não existia. Não havia música ou filmes feitos especialmente para eles. Pais e filhos eram obrigados a gostar das mesmas coisas: as big bands de Tommy Dorsey e Benny Goodman, as baladas de Nat King Cole e Frank Sinatra, a cafonice de Pat Boone e Perry Como.

Depois da Segunda Guerra, tudo mudou: os Estados Unidos entraram numa fase de prosperidade, a economia cresceu e os adolescentes, que antes davam duro ajudando os pais, passaram a receber mesada. Isso criou um novo mercado, voltado unicamente para o jovem.

Hollywood logo entrou na onda, lançando filmes direcionados aos adolescentes. Dois deles, O Selvagem (1954) e Rebelde sem Causa (1955), revelaram Marlon Brando e James Dean interpretando jovens em conflito com a geração de seus pais. A rebeldia estava na moda. Daí surgiu Elvis Presley, dando voz a uma geração cansada da caretice dos pais.

A sociedade de consumo não demorou para perceber o potencial do filão jovem. Foi só aí que o rock explodiu na América. E tome filmes, revistas, livros, badulaques, calendários e todo tipo de bugiganga direcionada aos novos consumidores. Elvis, o rebelde, tornou-se uma figura tão familiar aos lares americanos quanto o presidente Eisenhower.

As gravadoras, que nunca gostaram de arriscar, trataram de diluir o rock em fórmulas açucaradas, bem ao gosto do público branco médio. O canastrão Pat Boone, por exemplo, gravou Tutti Frutti, mudando a letra (escrita por Little Richard, negro, homossexual e orgulhoso), para não chocar as boas moças da América. Foi um estouro. Era a tal coisa: “rock sim, mas limpinho, por favor”.

Apesar do sucesso, muita gente previa um fim rápido para o rock. O gênero era visto como uma moda passageira, a exemplo do calipso ou de tantas outras que tiveram seus 15 minutos de fama na América.

Para piorar, os roqueiros passavam por maus bocados no fim dos anos 50: Elvis Presley foi para o Exército, Chuck Berry ficou preso dois anos por ter atravessado uma fronteira estadual com uma prostituta menor de idade, Little Richard abandonou o rock e virou pastor depois de “ouvir o chamado de Deus” durante um vôo turbulento, Jerry Lee Lewis arruinou a carreira ao casar com uma prima de 13 anos, Buddy Holly morreu em um acidente de avião, que matou também Ritchie Valens (La Bamba) e Big Bopper (Chantilly Lace), e Eddie Cochran morreu em um acidente de carro. Quando o futuro do rock’n’roll parecia negro, surgiram os Beatles.





A influência dos Beatles é incalculável. Musicalmente, eles elevaram o rock a um nível até hoje inigualado, estabelecendo parâmetros e modelos para toda a música pop. Suas experimentações abriram novas possibilidades sonoras e ampliaram os horizontes musicais das gerações posteriores. Culturalmente, eles foram igualmente importantes: carismáticos, irreverentes e cheios de sex-appeal, eles surgiram no mundo como um sopro renovador, obliterando a caretice da década de 50 e inaugurando uma era mais livre e esperançosa – os anos 60.

O surgimento do rock e de seus primeiros ídolos – Elvis, Beatles, Rolling Stones – mudou a relação entre a música e o público. Até o rock aparecer, o “músico” – fosse produtor, instrumentista ou compositor – era visto como um profissional muito qualificado. Compositores de “música popular” eram sofisticados como Cole Porter e Irving Berlin; cantores eram Frank Sinatra e Bing Crosby.

O rock democratizou a música pop. Subitamente, qualquer um podia subir em um palco e cantar. Elvis, um caipira ignorante, passou a freqüentar as paradas de sucesso ao lado de Sinatra e Nat King Cole (dá até para entender por que Sinatra, acostumado a trabalhar com músicos experientes, não aceitou o novo estilo: “rock’n’roll é a coisa mais brutal, feia e degenerada que eu já tive o desprazer de ouvir”, disse o “olhos azuis”).

Essa “democracia” do rock teve um efeito imediato: os artistas ficaram cada vez mais parecidos com seu público, tanto em idade quanto em classe social. Os jovens passaram a se identificar mais com seus ídolos, estabelecendo uma relação mais próxima com a música. O rock também passou a buscar na sociedade – especialmente nos jovens – os temas de suas canções. Essa troca fez do rock a música mais popular e culturalmente impactante do século 20.

Para muitos, esse estreitamento entre artista e público também causa um declínio gradual na qualidade da música. A cada ano, um número maior de pessoas sem treinamento musical tem acesso a tecnologias de composição e gravação. Hoje, aparelhos como samplers e placas de som permitem a qualquer um gravar um disco em casa. E popularização raramente é sinônimo de qualidade.

O fato é que nenhuma outra música esteve tão sintonizada com a realidade de seu tempo quanto o rock. Desde os anos 50, ele passou a ser um espelho da sociedade, refletindo a moda, o comportamento e as atitudes dos jovens. Isso fez do rock uma música com prazo de validade, ou seja, tão ligada no “hoje” que corre o risco de sair de moda rapidamente, junto com os temas abordados (para confirmar, basta assistir a qualquer videoclipe de dez anos atrás).

Isso cria situações interessantes: o que é “bacana” e “moderno” para uma geração torna-se ultrapassado para a próxima. Sendo um gênero que se alimenta sempre do novo, o rock’n’roll gera conflito entre seus fãs. Um movimento surge como resposta ao anterior e assim por diante, numa renovação incansável.


Esses conflitos, mais que interessantes, são necessários: sem eles, estaríamos condenados à eterna repetição. Foi a partir desses “rachas” que nasceram alguns dos movimentos mais influentes do rock, como o punk, basicamente uma reação ao comercialismo e à pompa do rock dos anos 70, que havia perdido a identificação com as gerações mais novas. Ao contrário do que ocorria antes do rock’n’roll, agora ficou fora de moda curtir a mesma música que os pais. Mas isso é cíclico, claro: com o passar dos anos, a indústria descobriu o potencial do saudosismo. Hoje, temos canais de televisão que vivem de reembalar artistas velhos como se fossem a última novidade. E veteranos – como o Aerosmith, por exemplo – que, graças a seus clipes na MTV, reinventam-se para um público que nem era nascido quando eles faziam sua melhor música.

Os Beatles são um bom exemplo da capacidade do rock de se adaptar a cada época. Para entender as mudanças ocorridas nos anos 60, basta olhar as fotos do grupo durante o período. Nos primeiros anos, vestidos com terninhos idênticos e cabelos bem penteados, os quatro eram a imagem perfeita do otimismo da era Kennedy. Depois, como todos, abandonaram a inocência: os cabelos cresceram e os sorrisos deram lugar ao cinismo, enquanto Kennedy era morto e a guerra começava no Vietnã. No fim da década, quando jovens faziam passeatas na Europa, Martin Luther King era assassinado e o conflito do Vietnã piorava, os Beatles buscaram consolo espiritual na Índia, renegando o comercialismo ocidental. A banda acabou melancolicamente, junto com uma década que começara cheia de promessas e que terminava em guerra e decepção.

Não foram os únicos roqueiros que se tornaram símbolos de uma era: Bob Dylan, Jimi Hendrix e Jim Morrison também viraram ícones dos anos 60, tanto quanto o símbolo da paz ou o rosto de Che Guevara. Sid Vicious é, até hoje, a imagem mais reconhecível da rebeldia punk. E basta um passeio por qualquer grande cidade para ver, a qualquer hora, jovens usando camisetas com o semblante triste de Kurt Cobain.

Esses rostos passaram a representar mais que a simples paixão por uma banda ou artista: tornaram-se símbolos de um estado de espírito e de um jeito de ser. A iconografia, claro, reduz tudo a seu nível mais rasteiro – e um artista como Kurt Cobain, autor de dezenas de músicas, acabou reduzido a garoto-propaganda do suicídio e da alienação adolescente. John Lennon foi assassinado e virou “marca”, transformado, como Gandhi, em símbolo de paz e amor. Logo ele, que nunca escondeu ter sido um pai ausente e que tratou Paul McCartney como um cachorro sarnento depois do fim dos Beatles. O rock simplifica tudo.

Talvez seja essa a razão de seu sucesso. Como bem disse Gene Simmons, do Kiss: “Eu não sou Shakespeare. Mas ganhei muita grana e transei com mais de 4 mil mulheres. Tenho certeza de que Shakespeare trocaria de lugar comigo a qualquer hora”. Quem duvida?

sábado, 9 de julho de 2011

Elton John X Cocaína


Elton John comenta sua dependência de cocaína em biografia





Além de um grande nome da música pop, Elton John ficou conhecido por sua vida pessoal turbulenta. Sempre em conflito com sua sexualidade, viveu por anos momentos de autodestruição.

“Elton John – A Biografia”, que acompanha o auge, o fundo do poço e sua reinvenção ao longo dos seus 60 anos, retrata o conturbado período no qual afundou nas drogas.
Quando estava prestes a se livrar da cocaína, passando por diversas crises de abstinência, tornava-se um pessoa desagradável. Mesmo o álcool, do qual constantemente abusava, não lhe fazia bem.
Conhecidos ligavam para reclamar do que ele havia lhes dito na noite anterior durante uma bebedeira, enquanto Elton não se lembrava de nada. Este momento delicado também era preenchido por sua bulimia.
Ainda assim, nunca estampou as capas dos tabloides com seus exageros de álcool e drogas. Para o cantor, este foi um dos motivos que o levou a demorar para se reabilitar.
Leia um trecho abaixo sobre suas crises de abstinência:
*
Capítulo 13
Minha Carta de Despedida para a Cocaína
Ainda é de manhã. Olhando pela janela de sua luxuosa suíte no Inn On The Park, em Londres, Elton John Pega o telefone para fazer uma reclamação. Ele está prestes a fazer uma das exigências mais ridículas que um roqueiro já fez na história do rock. Elton quer saber se alguém da recepção pode tomar alguma providência a respeito do vento nos arredores de Hyde Park. Ele se tornou tão paranoico e isolado, sua realidade se tornou tão irreal, que o pedido é feito com toda a seriedade.
Elton sempre foi uma pessoa difícil. Ao longo dos anos, as pessoas que frequentavam suas casas têm testemunhado sua organização obsessiva e cansativa. Cada disco precisa ser arquivado e catalogado em ordem alfabética. Elton costumava andar pela casa ajeitando uma almofada aqui, reposicionando um vaso de flores ali. O fato de o vento estar forte demais naquele dia era apenas uma daquelas pequenas irritações que para Elton tomavam proporções cósmicas. Desde o fatídico dia, ele já contou a anedota do “vento na minha janela” inúmeras vezes, algumas mudando o cenário de Londres para Los Angeles, de onde aparentemenete ligou para seu escritório em Londres, a quase 9 mil quilômetros de distância, para ver se eles podiam fazer alguma coisa a respeito do vento.
“É engraçado olhar para trás, mas eu estava em abstinência de cocaína”, ele disse a Tony Parsons em 1995. “Acordei de manhã e o vento estava forte – culpei o hotel. Quando me drogava, eu era divino, adorável, fabuloso. Quando estava parando, eu era um pesadelo. Costumava ficar furioso. Minha personalidade não conseguia lidar com a abstinência de cocaína. Mas eu ainda tenho esses rompantes. Quando você finalmente para de tomar drogas, retoma a personalidade que tinha antes de começar.”
No final da década de 1980, o astro era consumido pela autodepreciação. “Eu era uma pessoa compulsiva/impulsiva”, ele admitiria. “Não posso tomar um drinque, ou experimentar uma droga uma vez, nem ter um par de óculos ou um carro. É assim que eu sou.” De fato, Elton era um homem de vários vícios. A cocaína era ainda uma presença constante. Possuindo o que chama de “constituição de um boi”, ele ficava acordado noite após noite estimulado pela cocaína e depois fazia um ensaio para a turnê. “No final [do período em que usou cocaína], eu cheirava sozinho, a portas fechadas”, ele contou. “Ficava fechado por duas semanas cheirando uma carreira a cada quatro minutos. Na época, estava me isolando. Não era mais divertido; era exatamente o oposto. Nos últimos quatro anos que cheirei, não gostei nada. Não passava de um hábito.” “Às vezes, quando voo sobre os Alpes, acho que é como a cocaína que eu cheirava”, Elton sóbrio admitiria muitos anos depois.
Elton John – A Biografia
Autor: David Buckley
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 384
Quanto: R$ 44,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Fonte : http://venceslauam.com.br

domingo, 12 de junho de 2011

Parece que tá confirmado...

De acordo com as 2 páginas abaixo, a vinda de Macca pra Recife está mais perto do que longe :

http://ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/06/04/paul-mccartney-no-recife-em-outubro-deste-ano-275782.php

http://pe360graus.globo.com/diversao/diversao/musica/2011/06/05/BLG,8864,2,225,DIVERSAO,1066-PAUL-CARTNEY-ELTON-JOHN-RECIFE-BOMBAR.aspx

Vale lembrar que essas informações são extraoficiais. No site do cantor e da "Up and Coming Tour" ainda não tem nada sobre isso. Só nos resta torcer.

sábado, 28 de maio de 2011

Paul McCartney em Recife?!?!?!?!

Conversando com meu amigo Markus (o nome dele é Markus) pelo MSN - agora é Windows Live Messenger, porra!!! - ele me avisou que está a meio caminho a vinda de Sir Paul McCartney para a Veneza tupiniquim. Quase eu caí da cadeira, mas é verdade, como vocês podem conferir em :

http://www.recifecityblock.com/2011/05/paul-mccartney-em-recife.html

http://diariodosbeatles.blogspot.com/2011/05/show-de-paul-mccartney-em-recife.html

http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2011/05/24/paul-mccartney-em-recife/

E aí, botam fé??? Eu já tô eufórico. Tomara que dê certo.

Velho Macca, o Nordeste te espera!!!!

sábado, 21 de maio de 2011

Apocalipse

De acordo com um movimento cristão norte-americano, a data de hoje seria o fim do mundo. Segundo eles, a Bíblia contém mensagens que afirmam a aniquilaçao de nossas vidas precisamente no dia 21/05/2011. Mas esta não é a primeira vez que correntes religiosas nos alertam para o apocalipse.
Sou produto de uma família católica praticante. Fui batizado (aliás, me batizaram), frequentei missas, fiz catequese, mas não cheguei a realizar a 1ª comunhão (e pra ser sincero, não sinto a menor falta).
Procurei seguir outras religiões, entre elas as evangélicas, o espitirismo, protestantes, até sobre o budismo eu já me informei. Depois de algumas aulas de Filosofia, parti para o agnosticismo e, posteriormente, ateísmo.
Atualmente, se alguém me perguntar qual a minha religião, vou dizer o seguinte : acredito em mim, e nada mais. Se estou certo ou errado, foda-se.
Mas de uma coisa eu tenho certeza : estou na minha casa tomando aquela velha bicada, saboreando um delicioso tira-gosto e ouvindo uma boa música. Se isso for o fim do mundo, quero que o mundo acabe todo dia...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ah, essas versões...

Esta semana eu vi uma matéria interessante sobre uma versão de Back in Black, do AC/DC, gravada pela banda Detonautas. Choveram críticas alegando que eles estavam assassinando um clássico do rock, querendo inventar moda, apelando pra ver se volta à mídia, e tal...
A história nos mostra que a maioria das versões de músicas estrangeiras consagradas sempre dão em merda. Basta lembrar de Com você, de Sandy e Junior (I'll be there, Jackson 5), Hey Jude, de Zezé di Camaaarghho e Luciano (Hey Jude, The Beatles), Se não tivesse ido, de Bruno e Marrone (Si no te hubieras ido, Maná)... lembro de uma versão the We are the world, não lembro quando nem com quem, que até hoje me dá arrepios, de pavor mesmo. Nem vou citar as versões que estas bandas de forró enlatado fazem, elas não merecem citações.
Quanto à versão "detonada" de Back in black, poderíamos simplesmente imaginar os riffs da guitarra de Angus Young tocando junto com algum artista do rap/hip-hop, estilo Eminem. Ou Marcelo D2, já que a versão é brasileira (Herbert Richers???). Tem coisa muito pior por aí.

Back in black original, é claro :

It's so good to be back!!!!!!!!

Tecnologia é uma droga, e das mais poderosas. Depois que você se vicia, adeus. Mudança de endereço, burocracia e a falta de sorte me deixaram 12 dias sem Internet e eu quase me vejo doido aqui em casa, me sentindo um náufrago ilhado (só faltou arranjar uma bola e apelidá-la de "Wilson"). Mas hoje meu martírio acabou.
Trabalho, universidade e mulher grávida estão me impedindo de atualizar o blog com a frequência que eu gostaria. Confesso que até fiquei surpreso quando uma colega de curso me disse que havia acessado este blog, como ela descobriu eu não sei... (na verdade, eu utilizo mais pra fins pessoais). E ela ainda disse que gostou!!! Então, estou de volta!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Lobão vira polêmica no Twitter ao chamar Luan Santana de 'bosta'

Lobão fez uma crítica pesada a Luan Santana e ao mundo do sertanejo universitário, na semana passada, durante o programa Pânico, na Rádio Jovem Pan. E nesta quinta-feira (10), as declarações do cantor começaram a repercutir no Twitter, depois que o empresário do sertanejo teen revidou os comentários.

“Ouvi você (Lobão) falando mal do Luan, Restart, e do sertanejo na Pan. Você, sim, deve ser um bom exemplo de vida por sua história de vida, né?”, escreveu Anderson Ricardo, que cuida da carreira de Luan.

Em entrevista na rádio, Lobão ainda chamou Fiuk de ‘bunda mole’ e ‘cara inofensivo’; classificou Restart como ‘outra aberração da natureza’, e chamou Luan Santana de ‘aquela bosta, aquela coisa horrorosa’. Para completar, o cantor disse que sertanejo universitário é o fim da picada.

“O cara que é universitário ainda fica ouvindo aquela bosta, aquela coisa idiota... Meteoro (da Paixão, se referindo à música de Luan Santana)? Vai tomar no cu”, falou Lobão.


Fala ou Cala Boca?

A repercussão dos comentários fez Lobão aparecer em três posições entre os 10 assuntos mais comentados do Twitter, no Brasil. Além de ter seu nome em destaque, ele também aparece nas campanhas Fala Lobão e Cala Boca Lobão. Gente contra e gente a favor das declarações dele:

“Lobão apenas jogou na cara aquilo que a grande mídia não quer que você enxergue. #falalobao”, escreveu um defensor do cantor.

“Estão confundindo liberdade de expressão com falta de respeito. Isso é o cúmulo da sociedade brasileira. CalaBocaLobao”, escreveu uma fã de Luan Santana.

Alguém discorda?

Segue o vídeo da entrevista de Lobão à galera do Pânico.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A vida como ela é...

Há alguns posts atrás eu comentava sobre as metas que eu pretendia atingir durante este ano. Aos 42 dias de 2011, percebo que nada será tão fácil como eu pensava (se bem que em momento nenhum eu afirmei que não seria difícil). Pelo visto, minhas ligações com Sand Land não serão cortadas assim tão cedo; minhas farras estão menos frequentes a cada semana que se passa; como se já não bastasse a cruz de ter que sustentar duas famílias sozinho, em breve terei mais uma boca pra alimentar (e o pior de tudo é que eu nem posso reclamar dos outros, porque eu sou um dos culpados). É estressante receber elogios e parabenizações por algo que vai me foder. Acontece que, infelizmente, meu pai me ensinou (no melhor estilo "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço")que um homem não deve fugir de suas responsabilidades, e eu dei atenção a este conselho. Coitado - de mim.

Quando a Lei de Murphy diz que nada está tão ruim de modo que não possa piorar, olho para o espelho e digo "É mesmo." Com a divulgação do resultado do PSS 2011 da UFPB, o Sistema Correio e a galera do cursinho Geo se uniram numa superfesta pra comemorar a aprovação dos alunos. Ah, fala sério... Filhinhos e filhinhas de papai e mamãe, nunca bateram um prego numa casca de banana, tem tudo na vida e se vangloriam por passarem num vestibular?? TOMANUCU!! Enquanto isso, o velho Tuelho está em sua casa apreciando uma aguardente e ouvindo um sonzinho bem legal, comemorando (quem entender, entendeu) também sua aprovação. Sim, eu também consegui. Só que eu não sou playboy. Não moro em mansão. Não sou filho de um empresário com uma advogada, tampouco frequento ambientes badalados pela alta sociedade.

Sou casado, trabalho 40 horas por semana pra pagar as contas - minhas e de meus dependentes. Tenho uma família pra lá de complicada. Mesmo assim, sem tempo pra estudar, sem grana pra frequentar cursinho do GEO, nem porra nenhuma,  fiquei em 1º lugar no curso de Administração. Imagino a reação de algumas pessoas de Sand Land quando souberem que, mais uma vez, aquele branquelo da sinuca (que só sabia tomar cachaça e fumar maconha) provou ter mais massa cinzenta do que os habitantes da Terra da IgnorânciaCultura.

Talvez isso me sirva de consolo...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Burrice

Adaptado para a minha situação...

Quando um homem inteligente encontra uma mulher inteligente, eles têm um romance
Quando um homem inteligente encontra uma mulher burra, eles têm um caso
Quando um homem burro encontra uma mulher inteligente, eles se casam
Quando um homem burro encontra uma mulher burra, eles têm um filho...

sábado, 29 de janeiro de 2011

BBB - Big Bosta Brasil

Recebi este texto por e-mail esta semana. Ele é falsamente atribuído a Luís Fernando Veríssimo (não acredito que LFV gastaria seu tempo e seus neurônios escrevendo uma crônica sobre o BBB); os números e quantitativos presentes no artigo de José Nêumanne Pinto também podem não corresponder exatamente à realidade (ou sim), mas a crítica é verdadeira e retrata a situação atual do nível cultural da nossa sociedade.


Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo .
Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... Todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um “ zoológico humano divertido ”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade .
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis ?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados ( vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns; de Francisco de Paula Candido Xavier – Chico Xavier; de Irmã Dulce; de Frei Damião; de Divaldo Franco com sua Casa do Caminho, etc. ).
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário-mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a " entender o comportamento humano ". Ah, tenha dó!


Veja o que está por detra$ do BBB8: José Nêumanne Pinto: http://xpock.com.br/o-seu-dinheiro-no-bbb

No paredão da última terça-feira, 28 milhões de pessoas votaram. Desses, 15 milhões votaram por telefone. Colocando o preço da ligação a R$ 0,30 , teremos R$ 4.500.000,00 . Exatamente, quatro milhões e quinhentos mil reais gastos em telefonemas. Só em telefonemas.
Quantos participantes têm o BBB8? Quatorze? Ok, deduzindo que no final ficarão três, teremos até o último dia de programa 11 paredões. Mantendo uma média de 15 milhões de ligações por paredão, o saldo será de R$ 49.500.000,00 . No último paredão os números devem subir para 20 milhões de ligações. Ou seja, somando com os R$ 49.500.000,00, o saldo final do Big Brother deve ser R$ 55.500.000,00 .
Cinqüenta e cinco milhões e quinhentos mil reais. Isso o brasileiro deve gastar até o final do BBB. Não me irrita o fato da Rede Globo ou a empresa telefônica ganhar toda essa bolada, o que irrita é ver o brasileiro gastando tudo isso em algo que “ nada colabora para a formação e o conhecimento de quem dele desfruta; só mostra a ignorância da população, além da falta de cultura e até vocabulário básico dos participantes e, conseqüentemente, daqueles que só bebem dessa fonte ”.
Nem mesmo a UNICEF com o Didi apresentando o projeto Criança Esperança, arrecada todo esse dinheiro. Talvez nem a metade. Sabe por quê? Eu explico. Muitos brasileiros dizem que o dinheiro do projeto Criança Esperança não vai para as crianças, mas sim para a Rede Globo .
A mesma Rede Globo que produz o Big Brother.
O brasileiro que gasta oito milhões de reais numa noite é o mesmo que reclama do político corrupto. Chega de procurar desculpas quando a resposta está em nós mesmos.
Não basta reclamar. O umbigo deve ser visto.

A Rádio Jovem Pan fez um cálculo de que, se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderia ser feito mais de 520 casas populares, ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avôs... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... Ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade .

E disse Tuelho : Sem comentários.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Chico César - 47 anos

Francisco César Gonçalves (Catolé do Rocha - PB, 26 de janeiro de 1964) é um cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro.


Nascido no município de Catolé do Rocha, interior da Paraíba, aos dezesseis anos foi para João Pessoa, onde se formou em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, ao mesmo tempo em que participava do grupo Jaguaribe Carne, que fazia poesia de vanguarda.
Pouco depois, aos 21, mudou-se para São Paulo. Trabalhando como jornalista e revisor de textos, aperfeiçoou-se em violão, multiplicou as composições e formou seu público. Sua carreira artística tem repercussão internacional. A maioria de suas canções são poesias de alto poder de encanto lingüístico.
Em 1991, foi convidado para fazer uma turnê pela Alemanha, e o sucesso o animou a deixar o jornalismo para dedicar-se somente à música. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a apresentar-se na casa noturna paulistana Blen Blen Club. Já em 1995 lançou seu primeiro disco Aos Vivos. Em 2005 lançou seu primeiro livro Cantáteis, cantos elegíacos de amizade pela editora Garamond.
Tomou posse na presidência da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) em Maio de 2009.

Fonte : Wikipedia

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

I Festival de Música Popular Brasileira

Com os acontecimentos de 1964, a concientização popular aumentou e começaram a surgir protestos de todas as áreas ligadas à cultura. Na música popular, os artistas sentiram necessidade de compor canções de cunho social e isso culminaria com os festivais, que foram, sem dúvida alguma, a mais brilhante fase de nossa música, na década de sessenta, depois do advento da Bossa Nova. O primeiro festival realizado foi o da TV Excelsior de São Paulo que aconteceu em Guarujá, durante o mês de abril de 1965 e teve como finalistas as músicas: "Arrastão", de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, interpretada por Elis Regina (1º lugar): "Valsa do Amor Que Não Vem", de Baden Powell e Vinícius de Moraes, interpretada por Eliseth Cardoso (2º lugar); "Eu Só Queria Ser", de Vera Brasil e Míriam Ribeiro, interpretada por Claudete Soares (3º lugar); "Queixa", de Sidney Miller, Zé Keti e Paulo Tiago, interpretada por Ciro Monteiro (4º lugar); "Rio do Meu Amor", de Billy Blanco, interpretada por Wilson Simonal (5º lugar).

domingo, 16 de janeiro de 2011

Another brick in the wall

Ontem de manhã assisti uma matéria na TV que tinha como tema a volta às aulas neste início de ano. Também foi abordada a questão de crianças que irão começar a vida escolar, sobre como os pais devem proceder na escolha da instituição, a participação deles na educação dos filhos, etc e tal.
Mas o que me chamou a atenção foi o fundo musical que tocou durante toda a reportagem : Another brick in the wall, do Pink Floyd. Ironia do sonoplasta ou simples coincidência?? Vai saber...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Geraldo Azevedo - 66 anos

Geraldo Azevedo completa 66 anos e o presente quem recebe são os fãs : Bicho de 7 Cabeças.

sábado, 1 de janeiro de 2011

12 meses pra frente

O ano é novo, mas a ressaca continua a mesma.

Cá estou eu novamente, depois de uma noitada regada a muito whisky na casa do meu amigo Genildo (aquele abraço, cara!!). Vou tomando um champagne de leve, aguardando um creme de galinha que já está pra sair do fogo. Enquanto isso, mamãe Dilma toma posse lá no Plano Piloto, calando a boca de um bocado de manés espalhados por aí.

E você, já planejou o que vai fazer nos próximos 12 meses? Ainda não?!?!?!?!? Bem, eu já estabeleci algumas metas a serem atingidas (ou não) em 2011:

-Voltar a cursar uma faculdade
-Aumentar minha coleção de livros / músicas
-Cortar, de uma vez por todas, minhas relações com minha antiga residência e com os falsos amigos que infelizmente arranjei por lá
-Tomar cachaça com força
-Ter meus momentos de paz e sossego, porque 2010 foi phoda.
-Trabalhar a pedra bruta com zelo e dedicação para avançar na caminhada junto aos meus Irmãos.

Pra terminar o 1º post deste novo ano, deixo uma mensagem de Oswaldo Montenegro para reflexão.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Que venha 2011!!!!

Último post de 2010. Muito champagne pra todos e um feliz Ano Novo.

Rita Lee - 63 anos

Rita Lee Jones Carvalho, mais conhecida como Rita Lee (São Paulo, 31 de dezembro de 1947) é uma cantora, compositora e instrumentista brasileira de grande renome no rock nacional, denominada a "Rainha do Rock Brasileiro".

Nascida, em São Paulo, Rita Lee Jones é a filha mais velha de Charles Fenley Jones (imigrante norte-americano) e de Romilda Padula (filha de italianos). Seus pais tiveram outras duas filhas, Mary Lee e Virginia Lee. Rita cresceu no bairro da Pompeia, foi educada no colégio francês paulistano Liceu Pasteur, e hoje fala fluentemente português, inglês, francês, espanhol e italiano. Também chegou a cursar Comunicação Social na Universidade de São Paulo em 1967, na mesma turma da atriz Regina Duarte, mas deixou a universidade durante o primeiro período.

Durante a infância, teve aulas de piano com a musicista clássica Magdalena Tagliaferro. Na adolescência começa a se apresentar em colégios como componente do Tulio's trio. Em 1963, forma um conjunto com mais duas garotas, as Teenage Singers, que participam de shows e de festas colegiais. No ano seguinte elas conhecem um trio masculino, Wooden faces. Os dois grupos se juntam, formando o Six Sided Rockers, banda que depois se chamará O'Seis, que chega a gravar um disco compacto com duas músicas. Com a saída de três componentes, sobram Rita, Arnaldo e Sérgio que passam a se chamar O Konjunto. Por sugestão de Ronnie Von, o grupo passou a chamar-se Os Mutantes.

Em 1967, a banda acompanhou Gilberto Gil no III Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), na apresentação da canção antológica Domingo no Parque. Rita gravou seis discos com a banda, entre 1968 e 1972, e foi casada com o companheiro de banda, Arnaldo (o divórcio seria assinado somente em 1977).

As suas primeiras influências foram Elvis Presley, Neil Sedaka, Paul Anka, Peter, Paul and Mary, Beatles, Rolling Stones, mas também escutava musica brasileira como Cauby Peixoto, Ângela Maria, Tito Mati e João Gilberto, Emilinha Borba, Carmen Miranda, Dalva de Oliveira e Maysa por influência dos pais.

Rita gravou dois discos-solo, acompanhada dos componentes dos Mutantes. Build up (1970), era a trilha sonora de um show que Rita fez exclusivamente para uma edição da Fenit (feira de moda de São Paulo) - deste disco saiu seu primeiro hit solo, José (versão de Nara Leão para o hino francês "Joseph"). Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida (1972), foi lançado com o seu nome pois Os Mutantes já tinham lançado disco naquele ano.

Rita sai dos Mutantes neste mesmo ano. Dentre distintas histórias e controvérsias, ela alega que seus companheiros achavam que ela não tinha o virtuosismo necessário para tocar o rock progressivo, novo interesse da banda.

Mas é com o disco Fruto Proibido, de 1975, que Rita alcança a consagração nacional, com vários sucessos como Agora só falta você, Esse tal de roque enrow e especialmente Ovelha Negra. "Fruto Proibido" torna-se uma espécie de manual para fazer-se rock em português.

Rita teve seu nome envolvido com drogas durante muito tempo. Experimentou maconha, mescalina e LSD no final dos anos 60, e em agosto de 1976, durante sua primeira gravidez, foi presa por porte de maconha. Na década de 80, interna-se em uma clínica de reabilitação devido a uma combinação de uso de drogas e stress (já havia sido hospitalizada por estafa no início dos anos 70, e voltou a ser internada pelo mesmo motivo em 2004). Em 1995, pouco antes de abrir o primeiro show dos Rolling Stones em solo brasileiro, deu entrada no hospital por overdose, e no ano seguinte, sob efeito de barbitúricos, sofreu uma queda da varanda no segundo andar de seu sítio, esfacelando seu côndilo maxilar e tendo que passar por uma cirurgia para colocação de pinos de titânio. Os médicos teriam dito que, após o acidente, ela jamais voltaria a cantar. Contudo, depois da cirurgia bem-sucedida e diante da possibilidade de retomar sua carreira, Rita teria se comprometido a largar as drogas, o que, segundo uma declaração da cantora ao programa Fantástico (Rede Globo), só fez totalmente em janeiro de 2006, depois de procurar ajuda em um hospício.

Em 2010, Rita inicia sua nova turnê, ETC., que estreia em Belo Horizonte, na qual Rita canta sucessos que ficaram fora de seu repertório por bastante tempo como Atlântida, Vírus do Amor e Luz del Fuego. A cantora também apresenta no show um número em homenagem a Michael Jackson, com a ajuda de Nikki Goulart, um dublê do cantor. Rita atualmente faz shows pelo Brasil, passando por cidades como São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

1º lugar para Administração na UFPB - João Pessoa


Tive a felicidade de me ver em 1º lugar para o curso de Administração na lista dos candidatos aptos a fazer as provas do 3º ano do PSS 2011 da UFPB. Foi uma surpresa e tanto, levando em conta que eu mesmo não botava fé (pra mim, ser classificado já seria bom demais, tendo em vista que eu não tive muito tempo pra estudar nesses últimos meses).

Mas, já que deu certo, 3 vivas e vamos bebemorar!!!!!!!!!!

Mais uma vez Tuelho cala a boca de vários primatas residentes em uma certa cidadezinha do brejo paraibano, (erroneamente) conhecida como Terra da Cultura. Continuem falando da minha vida, isso eu sei que vocês sabem fazer muito bem...

TUELHO, SIM, É CULTURA.

Estação Nordeste - Programação

A Prefeitura Municipal de João Pessoa divulgou a programação completa do Estação Nordeste, evento que ocorrerá no mês de janeiro. Confira :

07/01 (sexta-feira)
Local: Busto de Tamandaré
Hora: 21h

-Regina Brown
-Margareth Menezes

08/01 (sábado)
Local: Busto de Tamandaré
Hora: 21h

- Sacal
- Gabriel, o Pensador

14/01 (sexta-feira)
Local: Ponto de Cem Réis
Hora: 21h

- Seu Pereira e Coletivo 401
- André Abujamra

15/01 (sábado)
Local: Busto de Tamandaré
Hora: 21h

- Gitana
- Ana Carolina

21/01 (sexta-feira)
Local: Ponto de Cem Réis
Hora: 21h

- Fernanda Cabral
- Uxia
- Mawaca

22/01 (sábado)
Local: Busto de Tamandaré
Hora: 21h

- Clã Brasil
- Maria Bethânia

28/01 (sexta-feira)
Local: Ponto de Cem Réis
Hora: 21h

- Toninho Borbo
- Zeca Baleiro

29/01 (sábado)
Local: Busto de Tamandaré
Hora: 21h

- Sex on the Beach
- Manu Chao

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Gilliard - Não diga nada


Quem sopra as velinhas nesta sexta-feira é o cantor Gilliard. Vamos bebericar ao som de "Não diga nada", sucesso do álbum de 1981.

Estação Nordeste 2011 - Maria Bethânia


Verãozão chegando e João Pessoa começa a ser destino de milhares de turistas, sedentos por sol, praia, mar e muita diversão. Para não decepcionar os visitantes e porque não os próprios pessoenses que esperam o ano todo pela estação mais quente, o Projeto Estação Nordeste 2011 já dá sinal de vida e anunciando uma atração pra ninguém botar defeito: Maria Bethânia.

Apesar da prefeitura da capital, responsável pelo evento, ainda não ter anunciado oficialmente suas atrações, a informação pode ser confirmada por todos que acessarem o site oficial da cantora. Está lá na agenda: show em João Pessoa, no dia 22 de janeiro, aberto ao público, em praça pública. Quem duvida?

Os fãs paraibanos de um dos grandes ícones da Música Popular Brasileira já estavam com saudades. Há anos a cantora não se apresenta na capital.

Na bagagem, Maria Bethânia traz as canções de seus dois CDs mais recentes, lançados em 2009: Encanteria e Tua. O primeiro "inundado" pelas composições de Roque Ferreira. Bethânia também fez questão de interpretar um canção de autoria de Vanessa da Mata, intitulada "Ê senhora". Já em "Tua", o leque de compositores se abrange ainda mais. Arnaldo Antunes, Dori Caymmi, o próprio Roque Ferreira, Paulinho Moska, o paraibaníssimo Chico César e Jorge Vercilo são alguns dos que enriquecem mais ainda o trabalho. A música que dá nome ao CD, inclusive, é da compositora e também compositora Adriana Calcanhoto.

Fonte : O Norte OnLine

Além de Bethânia, o Estação Nordeste terá Zeca Baleiro, Gabriel, o Pensador e Ana Carolina, entre outras atrações. Serão realizados shows às sextas-feiras e aos sábados, no Ponto Cem Réis e no Busto de Tamandaré. A agenda oficial será postada aqui oportunamente.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

30 anos sem John Lennon


Há exatos 30 anos, Mark David Chapman tirava a vida de um dos maiores artistas que já passaram pelo globo terrestre. John Winston Lennon (posteriormente John Ono Lennon) foi músico, integrante da maior banda de todo os tempos, um gênio, um louco, rebelde, drogado, ativista político, polêmico, pacifista, revolucionário, e tantas outras coisas mais que não caberiam nest post (será que Deus o castigou por ter se tornado mais popular que seu Filho? Vai saber...)

Não importa. Lennon está mais vivo a cada dia que passa